Quando tinha uma aula para preparar, ou um conjunto de aulas, tinha sempre pela frente diversas opções. Agora, já não perco tempo. É uma mistura saudável das opções disponíveis. Assim…

Foto por Cláudia. Pedrógão.
Aula expositiva: útil para introduzir conceitos, clarificar definições e modelar pensamento. Usar de forma focada e curta, não como único método. Mas não esqueça, a arte de ser um bom apresentador é fundamental.
Aula com apresentação: bom suporte visual e organizacional, vulgo, PowerPoint, serve muito bem para destacar pontos-chave, imagens e esquemas. Evita excesso de texto. Deve ser usado como apoio, não como roteiro.
Aula com recurso ao manual: importante para alinhamento curricular, exercícios e referência. Bom quando combinado com actividades que promovam compreensão ativa. Por outro lado, é um recurso que uniformiza as opções. Já fui muito contra os manuais. Agora, não os largo.
Misturar: Exposição direta (introdução), atividades ativas, discussões, resolução de problemas, microensino, uso de materiais, manual, leituras, e uma síntese ou avaliação.
Princípio: alterna momentos de explicação, aplicação e reflexão.
Avaliação formativa constante: microaulas, feedback e portfólios.
Bem se vê que sou mais pelas aulas mistas! Satisfeitos??
Aceitam-se comentários …
jpv
09/05/2026 às 22:48
Em meu entendimento, deve existir um padrão na atitude de quem ensina. O padrão de cordialidade assegura o indispensável efeito de contágio. A eficácia situa- se noutro plano. Requer flexibilidade e, entre outros fatores, depende dos públicos e da natureza dos conteúdos. Sempre me pareceu indispensável cuidar das duas dimensões. É bonito mas não convém facilitar. E é como diz o João Paulo: vamos ajustando com os anos. Para melhor, em geral.
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09/05/2026 às 22:51
Muito bom raciocínio, professor.
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