A Metodologia da testagem é muito antiga. Recorre aos testes tipo resposta única que Henry Ford implementou nas suas fábricas de automóveis. Além do mais, eram muito mais fáceis de corrigir. Com uma régua deixavam-so só as quadrículas assinaladas visíveis. Estando todas as outras incorretas.
Isto veio dar resposta a um problema sentido no meio da escola. O da massificação e o da necessidade da padaronização. Ora, entrando no tempo e espaço, ocidente e desde o início do século XXI.

No passado temos três grandes escolas. chinesa que recorria a testes para funcionários públicos, a grega e a romana, onde se faziam declarações e demonstrações práticas do saber organizado.
Ou seja os nossos testes nasceram para avaliar mecânicos de automóvel. Com algumas adaptações e recurso a muitas desculpas, chegámos à testagem dos dias de hoje, que não é moderna, nem eficiente, nem avalia nada.
Que fazer então? Cada aula deve ser um motor de conhecimento e aproveitando o currículo, como está, tentar ao máximo diluí-lo dentro das áreas do saber.

E os pais onde são tidos na escola? Para escutar os verdadeiros sabedores das matérias. Há coisas que quando funcionam não se mexe. Uma equipa que joga com o futebol e uma escola que tem bons profissionais.
E é na bondade destes profissionais que vai ser preciso investir. Ao contrário do que se está a fazer completamente. Num país em que a minha forma de avaliar o pão deve ser se ele é bom à mesa, do mesmo modo, a minha forma de avaliar um bom aluno deve ser se ele é bom no que faz.
Dixit.
jpv