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Humor de Crise (4 de 4)
Humor de Crise (3 de 4)
Humor de Crise (2 de 4)
Humor de Crise (1 de 4)
Os Gloriosos Anos 80 Eram Assim…
Isso não quer dizer que eu seja cego ou fique acrítico mesmo tratando-se dos gloriosos anos 80 que eu tanto prezo e que tanto me marcaram…
Ora, façamos uma breve crítica analítica do clip.
Ora, oiça lá a melodia e divirta-se!
Custo de Vida!
A semana passada, num supermercado, pediram-me 5,21€ por dezasseis cápsulas de café que custavam, duas semanas antes, 4,79€.
Hoje, ultraje dos ultrajes, num local onde bebia um café por 0,60€, cobraram-me 0,75€. Isto quer dizer que um café subiu qualquer coisa como 25%!!! Eu bem sei da crise, mas como não percebo nada de finanças, sempre acho um abuso um produto subir 21% mais do que a inflação.
Por favor, expliquem-me, como se eu fosse muito burro, o que é que eu não percebi…
Resolução de ano novo: não beber mais café na rua! Pois, pois, eu bem sei as consequências mas cento e cinquenta paus dos antigos por uma pinga de água, mesmo sendo cheirosa, começa a ser pedir muito!
Divulgar
Nasceu hoje mais um espaço de escrita. O “Crazy 40 Blog“
Multilingue, formato personalizado, da autoria de uma amiga de quem já tenho publicado algumas coisas.
O tempo dirá no que se transformará este espaço, mas creio, pela qualidade do que lhe tenho lido, que iremos passar alguns momentos agradáveis.
Como acredito na partilha como princípio da preservação e da evolução aqui fica o endereço certinho:
Boas Leituras!
In Memoriam
A minha ligação ao Joaquim advém do facto de eu e a minha mulher termos sido professores das duas miúdas. As miúdas têm hoje trinta anos, a mais velha, e menos dois ou três a mais nova. Nada nem ninguém ficava indiferente ao Joaquim e, enquanto encarregado de educação, quis-nos conhecer e transportou-nos para a sua vida da mesma forma que entrou na nossa. De forma impetuosa e franca e aberta e conversadeira. A única com que sabia viver.
Normalmente, quando morre uma pessoa, realçamos as suas virtudes. Isso é normal. Mas hoje eu não queria falar tanto do Joaquim como das filhas. Ontem, elas preocuparam-me. Uma é mais expansiva e a outra é mais introvertida, mas as duas são mulheres de garra e de força e, contudo, ontem, ambas duvidavam de que seriam capazes de continuar. E é por isso que resolvi escrever este texto. Porque, de certa forma, ainda sou vosso professor. Porque acho que o vosso pai gostaria que eu vos dissesse estas palavras. Cá vão elas.
Eu sei que vocês vão conseguir. Eu sei que vão superar todas as dificuldades e todo o sofrimento e a razão é simples. O vosso pai superaria e a força dele vive em vós. Ele tinha três caraterísticas que vocês também têm. Um amor e uma dedicação profundos pela sua família. Uma generosidade extrema para com todas as pessoas que o rodeavam e uma atitude construtiva e proativa. Ora, se vocês mantiverem a união e a coesão familiar que o vosso pai construíu pelo amor, se vocês souberem ser generosas com o mundo e com as pessoas como ele era e se vocês forem dinâmicas e correrem riscos como ele correu, a vida vai sorrir-vos como lhe sorriu e, mais do que tudo, estarão a entregar uma preciosa herança do vosso pai aos vossos filhos, o que já existe e os que hão de vir, a herança de viver a vida pela postiva, distribuindo generosidade e alegria à sua volta.
Minha querida Carolina, minha querida Filipa,
a vida não vai ser um problema. As dificuldades não vão ser insuperáveis. Vive em vós a essência da superação que orientou a vida do vosso pai. Basta, perante um problema, pensarem como ele faria e já têm metade da solução. Sabem, eu aprendi que as pessoas não morrem verdadeiramente. Parte o corpo, mas fica a vida, a orientação, fica a postura e, com o tempo, à medida que a dor for adoçando, a memória do Joaquim vai erguer-se mais forte e mais límpida e a vida será de novo partilhada com ele, com o espírito dele. Minhas queridas, vocês têm um excelente pai. Comportem-se à altura da sua estatura humana e ficará de vós um rasto de generosidade e sucesso.
Um beijinho,
Prof.







