Perspectivas de um fim-de-semana. Eu ando a avisar que um dia destes mudo para junto do mar. É pena é eu não ouvir os meus avisos!
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Sereno
Epílogo!
Os meus olhos são uns olhos.E é com esses olhos uns
que eu vejo no mundo escolhos
onde outros, com outros olhos,
não vêem escolhos nenhuns.
Quem diz escolhos diz flores.
De tudo o mesmo se diz.
Onde uns vêem luto e dores,
uns outros descobrem cores
do mais formoso matiz.
Nas ruas ou nas estradas
onde passa tanta gente,
uns vêem pedras pisadas,
mas outros gnomos e fadas
num halo resplandescente.
Inútil seguir vizinhos,
que ser depois ou ser antes.
Cada um é seus caminhos.
Onde Sancho vê moinhos
D. Quixote vê gigantes.
Vê moinhos? São moinhos.
Vê gigantes? São gigantes.
Perspectivas – I
Imprensa Matinal… Benfiiiicaaa!
Pois… não quero que vos falte nada. Nem mesmo as notícias dos jornais diários! Por isso, aqui ficam as capas dos principais. Para mais tarde recordar! Quem conhece o meu benfiquismo, sabe que não sou contra nada nem ninguém, sou simplesmente benfiquista porque o meu pai e o meu avô também eram… herdei a doença!!! Ando cá a pensar, acho que ganhar poucas vezes torna mais saboroso quando se ganha… hihihi…
A Bola–
–
Está quase…
Perguntaram-me há pouco se me tinha esquecido do romance… Claro que não. Está quase. Acontece que preciso de disponibilidade, mais do que tempo, para escrever e a verdade é que a minha mente tem andado ocupadíssima… a mente e o corpo que a traz!
Muito em breve, aí estará o próximo capítulo…
Sempre!
Mais do que a palavra, o conceito, ou a Liberdade em si, o que de mais fantástico existe na Liberdade é o que podemos fazer com ela. Num espírito de responsabilidade e respeito pelo próximo, a Liberdade permite aos povos olharem-se nos olhos e desenvolverem-se. E depois, funciona como o esteio essencial para a Democracia. Este termo vem do grego e significa o poder do povo (demos= povo + kratos=poder). O regime democrático em Portugal, como em todas as nações que por ele enveredaram, não é perfeito, mas essa imperfeição é que é bela. É bela porque nos permite melhorar, é bela porque nos permite evoluir, é bela porque nos permite participar, é bela porque nos permite criticar, construir e viver de acordo com os nossos princípios. É bela porque consiste na expressão mais pura e digna da essência humana: o seu direito a optar, a decidir por si, a olhar as estrelas, a lua, o sol, a escrever, a cantar, a estudar e a AMAR!
Uma fraterna saudação e um solidário abraço a todos os portugueses, aos meus familiares e amigos, à minha irmã, génese deste projecto, e, em particular, aos frequentadores e leitores deste cantinho que são o seu ânimo e o seu alimento.
10º Congresso da FENPROF
A actividade preparatória e as questões técnicas de implantação do Congresso, o apoio aos participantes (esperam-se cerca de mil pessoas em Montemor) e a significativa presença das delegações estrangeiras, foram algumas das matérias em, destaque no diálogo com os jornalistas, em que participaram também o responsável da Informação do SPZS, Manuel Nobre, e o jornalista José Paulo Oliveira, do JF e da página electrónica da Federação.
No âmbito do Congresso e da actividade da FENPROF, foi destacada a solidariedade com Timor, a Palestina e o Sahra Ocidental. Foi também chamada a atenção para a conferência internacional (“O sindicalismo docente em tempos de globalização”), que decorrerá na véspera do Congresso, dia 22, na Biblioteca Municipal de Montemor-o-Novo.
O 25 de Abril contado às crianças…
O 25 de Abril contado às crianças…
Data: Sábado, 17 de Abril de 2010
Hora: 16:00 – 17:00
Local: Fórum Actor Mário Viegas – Centro Cultural Regional de Santarém
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Descrição: Foi a pensar nos mais pequenos que o Cineclube de Santarém, em conjunto com a Comissão das Comemorações Populares do 25 de Abril e o Teatrinho de Santarém, organizou esta sessão multifacetada para crianças.
Para falarmos sobre esta data importante da nossa história, vamos levar a cabo 3 actividades distintas:
– Projecção de uma curta-metragem sobre o 25 de Abril, feita por crianças para crianças;
– Dramatização de um conto, levada a cabo pelo Teatrinho de Santarém;
– Actividades de expressão plástica.
"Lisboa"
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em Lisboa!
Lisboa, de alguma minha segurança, creio…
Lisboa dos cheiros e apelos, dos cartazes culturais, dos guetos embocados nos segredos
Lisboa, que treme ao metropolitano, toupeira onde meio mundo se enfia surdo na pressa do dia.
Lisboa, povoada de cabelos grisalhos, de bengalas mancas, de esperanças e desesperos…onde a infância se pinta cada vez mais de negro e de mulato, em pronúncias quentes de outros sonhos.
Lisboa de uma mendicidade medieval contemporânea no quotidiano, dos pedintes que se mostram em contorcionismo de corpo e aleijo, que nos sovam o estômago, o nosso descanso…
Lisboa da postura livre, olhar vazio do arrumador de carros, cobrador de uma medrosa passividade.
Lisboa dos cogumelos de papelão proliferando no vão dos prédios, numa crescente morada dos sem-abrigo…
Lisboa com a voz da Amália a sair do umbigo da Rua do Carmo…afunilando diversidades…
Lisboa e os semáforos, a multidão…as ruas para andar…
Lisboa e as livrarias … idênticas à magnitude da igreja vazia.
Lisboa e o artesanato de outros…
Lisboa…
do cheiro do café
das gaivotas junto ao Tejo…
Lisboa…
hoje
percorrida com a saudade de Ti!
Anónimo














