Andar por Moçambique e… fotografar. Uma combinação inevitável, quase obrigatória e viciante. Aqui colocaremos os nossos cliques por terras e gentes de Moçambique.
A foto foi tirada junto à ponte da Macaneta e representa o velhinho batelão que tantas vezes atravessou tantos de nós para lá e para cá. Pessoas, bens, animais, automóveis, oito de cada a vez… tudo, tudo. Quem nunca esteve uma hora à espera dele? Quem nunca ficou preso no meio do rio com o batelão avariado ou sem combustível? E depois, lá aparecia alguém do nada e sem se saber como, com um pedaço de tubo, um arame, um jerricã com combustível… Tudo tão precário e tudo tão bom! Este batelão não devia apodrecer ali, o seu lugar é num museu. Um museu de histórias!
Andar por Moçambique e… fotografar. Uma combinação inevitável, quase obrigatória e viciante. Aqui colocaremos os nossos cliques por terras e gentes de Moçambique.
A foto foi tirada na Marginal de Maputo, praia da Costa do Sol. Há uma geração nova de moçambicanos que, vencidas as dificuldades que o país atravessou nas últimas décadas, começa a ter tempo e condições para usufruir do seu país. A cidade moderniza-se, a educação evolui e, ainda com muitos desafios pela frente, começa a chegar o tempo de olhar o horizonte e… tirar uma selfie romântica.
Fotografia feita com Samsung Note 10 sem filtros em modo monocromático.
Andar por Moçambique e… fotografar. Uma combinação inevitável, quase obrigatória e viciante. Aqui colocaremos os nossos cliques por terras e gentes de Moçambique.
A foto foi tirada na região de Chidenguele e reflete a importância do transporte de bens e pessoas em Moçambique sugerindo, também, uma reflexão acerca do cumprimento de normas de segurança. Normalmente, quando uma viatura viaja assim, com uma porta aberta, é porque leva passageiros na caixa.
Fotografia feita com Samsung Note 10 com um filtro automático para supressão de baços e excesso de luz.
Andar por Moçambique e… fotografar. Uma combinação inevitável, quase obrigatória e viciante. Aqui colocaremos os nossos cliques por terras e gentes de Moçambique.
É uma foto urbana, tirada em Machava, uma localidade subúrbio de Maputo.
Reflete os contrastes africanos, a importância da indústria automóvel e, a fazer lembrar a cultura greco-romana, demonstra a relação entre a divindade e o comércio. Nota-se, ainda, algo muito moçambicano, os anúncios pintados manualmente. No caso da indústria automóvel, costumam pintar-se as peças das viaturas bem como as embalagens dos dos consumíveis.
Optámos por mostrar-vos a foto e um pormenor da mesma para facilitar a leitura.
Imagens captadas com Samsung Note 10. Foi utilizado um filtro automático para retirar efeitos de baço e excesso de luz.
Por sortilégio da vida, com maior ou menor merecimento, consequência de escolhas conscientes ou ventura cósmica, por vezes, é-nos dada a oportunidade rara de viver o postal.
A meu lado, uma mulher escultural, de formas tentadoras e envolventes, seminua, abandonada ao ócio e à preguiça próprios dos amantes antes ou depois de fazerem amor, já não sei a ordem, um quarto mergulhado na penumbra fresca do telhado em capim, as portas da varanda escancaradas ao sol, ao areal alvo e imenso, ao mar intensamente azul, delineado pela escuma branca, aqui, e pelo horizonte celeste, lá longe, uma toalha pendurada na corda antiga que delimita o alpendre, a conversa do oceano chega junto de nós, audível, ao ritmo da ondulação serena, e o abandono dos corpos e das mentes ao momento e à paisagem é tão inevitável quanto desejado. Um único pensamento me assalta. Tenho de saber que estou a viver isto, tenho de saber que estou aqui. Não posso ser triste nem ceifeira. Tenho de saber e guardar para mim que vivi o postal.
As imagens e as mensagens ilusórias que povoam o imaginário criado pelas publicidades, pelas televisões, pelas revistas e pelas internetes são, agora, a minha realidade, a vida que me cabe viver. E é tudo isto um milagre, uma impossibilidade para o menino que fui tornada vivência sensorial pelo homem que sou. E há em tudo isto um regozijo individual, mas também coletivo. Todos aqueles que me antecederam e não puderam viver o postal estão aqui comigo e vivem, por mim, o momento que agora guardo na alma.
Sinto uma glória presente e uma gratidão ancestral. Ser feliz não faz mal, mas é preciso reconhecer a felicidade e abraçá-la e, nesse abraço, torná-la real.
Imagens captadas na província de Mpumalanga, RSA, em dezembro de 2022. A resolução das imagens foi propositadamente reduzida para efeitos de rapidez da visualização. Caso pretenda um original, basta solicitar por correio eletrónico para mailsparaaminhairma@gmail.com Resolução Original: 6000×4000 Resolução no Blogue: 800×600 Caso precise de ajuda para identificar um animal ou perceber um comportamento, não hesite em solicitar por correio eletrónico. Terei muito gosto em esclarecer.
FELIZ NATAL A TODOS OS FAMILIARES, AMIGOS E LEITORES!
Mails para a minha Irmã deseja a todos os familiares, amigos e leitores, um Feliz Natal.
O Natal surge na Bíblia muitas vezes, em particular, nos evangelhos e, mais especificamente, nos sinóticos.
Deixamos hoje, aqui, uma referência que nos agrada particularmente: Lucas 2:10-11.
Alegremo-nos, pois, com as boas novas, e estejamos unidos e solidários e sejamos capazes do melhor que há em nós. Amemo-nos uns aos outros e saibamos cultivar a paz, a harmonia e a tranquilidade.
Desfrutem deste tempo!
Lucas 2:10-11 Mas o anjo lhes disse: “Não tenham medo, pois estou aqui para lhes declarar boas novas de uma grande alegria que todo o povo terá. Pois hoje lhes nasceu na cidade de Davi um salvador, que é Cristo, o Senhor.
Nas palavras ditas E nas palavras por dizer, Há memórias a correr, Há emoções a ferver. O toque da tua mão No meu braço perdido, Teu lábios quentes Num beijo fugido. Um riso cristalino E duas palavras de provocação. Não. Isto não é amor. É uma violentíssima E absurda paixão. A bruma da manhã, O sol lá no alto, Os passarinhos a cantar As vendedeiras na beira do asfalto, As flores a florir, Os rios a correr, As ondas, no mar, Em revolução. Nada disto é vida, Nada disto tem sentido, Se não tiver na minha A tua mão, Se teu peito não bater por mim Como o meu sofre por ti Quando estás ausente. A vida sem ti Não é vida. É um fluir inconsistente Do tempo e dos dias. Para que tudo tenha luz E um propósito, É preciso que o teu olhar Acorde a minha existência. E há nisto tão pouco de ciência E tanto de amor. Não sei já quem sou Sem o teu sopro Sem o teu desespero E a tua insegurança. Tudo em ti É horizonte de esperança, Realização. Na ausência de ti Nada fica, É o fim.