O V Encontro Cabo Verdiano de Língua Portuguesa, promovido pela Universidade de Cabo Verde e pelo Camões – Instituto de Cooperação e da Língua, teve ontem, entre as 16h e as 17h, a palestra História e Memória(s) onde tive o prazer de estar presente.
O evento decorreu sob a presidência da Dr°. Mariana Faria, e contou com a gestão de Nílton Pires e Neila Fonseca.
O quadro de convidados contou com o Senhor José de Pina e João Paulo Videira.
Foi possível relembrar o 25 de Abril, através de histórias verdadeiras e, no meu caso, ajudar a enquadrar os jovens de hoje face àquela revolução e como trazer-lhes luz, sempre polémica e com juízo crítico.
Momentos muito bem passados e um pouco de História viva para se ir relembrando.
Em 12 de maio de 2009, começámos uma fase escrita que não mais viríamos a terminar. Por um lado, o vício e a dependência que subsistem até hoje, e por outro, a vossa inestimável companhia.
12/05/2009 | 12/05/2024
E como a vida não pára de nos surpreender, agora, temos mais uma conquista, esta custou a força de a enfrentar e a coragem de saber que estará sempre comigo!
Hoje, à noite, teremos na RTP – ÁFRICA, uma entrevista que fala de literatura e outras coisas.
É a primeira aparição pública nesta nova era pós AVC. Espero não vos ter deixado mal. Além do mais, há uma ajudinha da Cláudia, que faz um recital maravilhoso.
Já escrevi Tantos poemas Sobre as mulheres. Já celebrei As suas curvas, E depois A sua graça Ao deslizar, A silhueta Num pôr-do-sol Mágico. Depois, Passei a celebrar Os seus líquidos E heróicos Alcances Que mudaram a existência. E houve, por fim, As questões laborais, As desigualdades E as dificuldades Que enfrentam Dia após dia.
E depois calei-me. Fiquei só Pelo olhar Quando passam. Quando estão, Quando partem, Ou quando ficam… E isto me basta.
Criam-se estrelas Que nos trazem milagres. Olhamos o cá E lá está ela: Vermelhão Como a terra africana. Nos pés dos elefantes Também se vê esse milagre. Na pele Dos leões, Nas chitas Em perseguição, Na fuga Tantas vezes em vão Das gazelas. Uma águia, De um porte enorme, Brilha lá no alto E o seu grito É um aviso. E todos os animais Pequenos Tem uma alma De coragem.
Não há como O sol africano.
Um outro Que brilhe Nas sombras Entrecortadas Do que anseio ser. Está, sozinho,y Aquele que comeu A Terra Vermelha.
Eu não sou mesmo As coisas que sinto, E a forma como as pressinto, Não se expressam como deviam. Não têm letras Nem palavras Com que devia temê-las. E talvez sejam de amizade, As palavras. E senão forem Passam em ti Uma digníssima esperança. Que tudo tenha sido um sonho, Tudo, tudo… Ou só sobre a… doença… A doença, claro. Tu queres saber Se és como eras Antes da doença. Se sofres as mesmas coisas, Se de ris com as mesmas coisas, Queres saber, enfim, Quem ficaste, Com que recursos, Ou se era algo comum a todos. Mas tu tinhas um AVC. Sim isso, Mesmo que não Tivesse nada, Era um nome Impronunciável, Querem provar Que nada digo. Um nada, Um quase nada Um todo Que era preciso Vencer. Porque, Porque sim, Porque o toque Da vida É mais capaz E mais válido Do que um raio. Basta que sim, Porque basta Um ai, Veemente adiado. Por fim, as roupas Rotas. As forças, As de juntarem Num só Grito.
Art Lesson Ideas, Plans, Free Resources, Project Plans, and Schemes of Work. An 'outstanding' art teacher in Greater Manchester. Teaching KS3 and KS4 art and design.