Mails para a minha Irmã

"Era uma vez um jovem vigoroso, com a alma espantada todos os dias com cada dia."


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Imprensa Matinal… Benfiiiicaaa!

Pois… não quero que vos falte nada. Nem mesmo as notícias dos jornais diários! Por isso, aqui ficam as capas dos principais. Para mais tarde recordar! Quem conhece o meu benfiquismo, sabe que não sou contra nada nem ninguém, sou simplesmente benfiquista porque o meu pai e o meu avô também eram… herdei a doença!!! Ando cá a pensar, acho que ganhar poucas vezes torna mais saboroso quando se ganha… hihihi…

Um abraço e um obrigado a todos os meus amigos não benfiquistas que me enviaram felicitações. E claro, uma saudação especial a todos os benfiquistas do coração!!!A Bola
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O Jogo
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Record
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O Público


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De Negro Vestida – XXII

 

Solidão – III

O plano era básico. De resto, para ela não constituía surpresa. Estava habituada às surpresas dele que a não surpreendiam. Não se importava com a previsibilidade dos planos dele pela razão simples de que via neles a forma que ele encontrara para a cortejar. E sentia-se cortejada. Desta vez ele limitara-se a pedir “Vais buscar-me à oficina logo à noite?” Ela anuiu acenando que sim com a cabeça e foi esse gesto que lhe deu a ele a liberdade de acrescentar “Tenho uma surpresa para ti. Vais adorar.”
E a noite veio. E ela apareceu na oficina para buscá-lo.
– Vem cá!
– Que tens para mim hoje?

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O Romance “De Negro Vestida” foi publicado, capítulo a capítulo, neste blogue, entre 26 de janeiro de 2010 e 22 de abril de 2011.

Agora que conhecerá outros voos, nomeadamente, a publicação em livro, deixamos aqui um excerto de cada capítulo e convidamos todos os amigos e leitores a adquirirem o livro.

Obrigado pela vossa dedicação.

Setembro de 2013

João Paulo Videira

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De Negro Vestida – XXI

 

Solidão – II

Despedimo-nos.
Nós saímos da estória e nela deixámos Maria de Lurdes na caixa multibanco pagando a conta da luz.
Bem sabemos que há movimentos defendendo com palavras novas, novas ideias, como a paridade e a igualdade entre homens e mulheres. E queremos acreditar que se trata de igualdade no trato pois que na essência, no ser e no comportar, homens e mulheres sempre foram diferentes, diferentes são e continuarão a ser diferentes no eterno escorrer do tempo. Não pode pedir-se a um homem que seja mulher. Falta-lhe a capacidade, o sentir de todas as formas, a ânsia de perfeição, o maternal instinto. E não pode pedir-se a uma mulher que seja homem. Falta-lhe a determinação instintiva, a simplicidade nas opções, a ânsia de conquista e o instinto de cobrição. São diferentes à nascença, vivem de forma diferente, sentem de forma diferente e de diferente forma se entregam ao breu definitivo da morte.

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O Romance “De Negro Vestida” foi publicado, capítulo a capítulo, neste blogue, entre 26 de janeiro de 2010 e 22 de abril de 2011.

Agora que conhecerá outros voos, nomeadamente, a publicação em livro, deixamos aqui um excerto de cada capítulo e convidamos todos os amigos e leitores a adquirirem o livro.

Obrigado pela vossa dedicação.

Setembro de 2013

João Paulo Videira

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Mar e Romance

Quem me conhece, conhece também a minha paixão pelo mar. Não tanto por estar estendido ao sol a “fazer praia”, nada disso. Só mesmo pela contemplação, por dormitar ouvindo o seu rugido próximo, por andar por ali acompanhado pelo embalo das ondas castigando a areia.
Este foi um fim-de-semana sem máquinas nem tecnologias, nem trabalho nem bola…
E, a verdade, verdadinha, é que não só terminei um capítulo de “De Negro Vestida” que estava quase a acabar, o próximo, como escrevi mais dois! Ando cá a pensar o que seria preciso para me mudar definitivamente para junto do mar…
Como sou um tipo de partilhas, deixo aqui cinco imagens, quatro das quais captadas por mim, que tentam dizer o que andaram os meus olhos vendo este fim-de-semana na revolta costa atlântica. Como diz uma amiga minha: “As melhores coisas da vida são de graça!”
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Satisfação
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Azul e Verde
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Em Terra
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Nas asas da imaginação
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Conversa ao pôr-do-sol
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Está quase…

Perguntaram-me há pouco se me tinha esquecido do romance… Claro que não. Está quase. Acontece que preciso de disponibilidade, mais do que tempo, para escrever e a verdade é que a minha mente tem andado ocupadíssima… a mente e o corpo que a traz!

Muito em breve, aí estará o próximo capítulo…


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Sempre!

Mais do que a palavra, o conceito, ou a Liberdade em si, o que de mais fantástico existe na Liberdade é o que podemos fazer com ela. Num espírito de responsabilidade e respeito pelo próximo, a Liberdade permite aos povos olharem-se nos olhos e desenvolverem-se. E depois, funciona como o esteio essencial para a Democracia. Este termo vem do grego e significa o poder do povo (demos= povo + kratos=poder). O regime democrático em Portugal, como em todas as nações que por ele enveredaram, não é perfeito, mas essa imperfeição é que é bela. É bela porque nos permite melhorar, é bela porque nos permite evoluir, é bela porque nos permite participar, é bela porque nos permite criticar, construir e viver de acordo com os nossos princípios. É bela porque consiste na expressão mais pura e digna da essência humana: o seu direito a optar, a decidir por si, a olhar as estrelas, a lua, o sol, a escrever, a cantar, a estudar e a AMAR!

Uma fraterna saudação e um solidário abraço a todos os portugueses, aos meus familiares e amigos, à minha irmã, génese deste projecto, e, em particular, aos frequentadores e leitores deste cantinho que são o seu ânimo e o seu alimento.

Viva Liberdade!
Viva o 25 de Abril!
Viva Portugal!


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o culto e o oculto

Querida Mana,
enredados que estamos no nosso próprio culto, no culto das nossas pequenas e efémeras existências, desmultiplicamo-nos em estatísticas e planos de emergência e casos reais e notícias mais ou menos desinteressantes sobre a percentagem de aviões que pode ou não descolar e aterrar e jogamos para o oculto esquecimento dos dias aquilo que é a maior evidência de todas: a nossa patética fragilidade. Um vulcão adormecido tossiu e toda a maravilhosa tecnologia humana ruiu. A Natureza enfadou-se de estar dormitando e bocejou e toda a sapiência acumulada em milhares de anos de estudo e investimento serviu de nada. E toda a robusta estrutura social colapsou. Fica-me, mana, desta breve mas poderosa manifestação de força por parte da Mãe Natureza, a sensação de que devíamos olhar em volta com mais atenção. Admirar o oculto e desenvolver menos o umbilical e patético culto de nós. Nem radares, nem GPS, nem jacto, nem piloto automático, nem era digital, nem afirmação computacional, nem nano nadas, nem mega tudos, nem gigas, nem teras, nem bites, nem ecrãs tácteis, nem sem fios, nem coisa nenhuma pôde nenhuma coisa contra um sussurro do vulcão voltando-se no tempo como eu na cama. Fica-me o respeito. Fica-me o olhar preso nas cinzas magnânimas para me lembrar da próxima vez que um humano se mostrar grande ou grandioso. Fica-me a humildade de reconhecer-me o meu lugar de bicho da terra tão pequeno.
Mano


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10º Congresso da FENPROF

FENPROF apresenta à comunicação social o seu 10º Congresso
Em conferência de imprensa realizada em Évora na passada quarta-feira, a FENPROF apresentou à comunicação social o seu 10º Congresso, marcado para os dias 23 e 24 de Abril em Montemor-o-Novo.
Presentes neste encontro com os profissionais da comunicação social – em que foi garantido todo o apoio possível aos jornalistas em serviço no Congresso – , além de Mário Nogueira, Secretário Geral da Federação, os dirigentes sindicais do SPZS e da FENPROF Joaquim Páscoa, Presidente do SPZS, e Antónia Fialho; e ainda Luís Lobo, coordenador do sector de Informação da FENPROF, membro da Direcção do Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC) e do SN da Federação; João Cunha Serra, docente do Instituto Superior Técnico de Lisboa e coordenador do Departamento de Ensino Superior e Investigação da FENPROF; e ainda Carlos Gonçalves, membro da comissão organizadora do 10º Congresso.

A actividade preparatória e as questões técnicas de implantação do Congresso, o apoio aos participantes (esperam-se cerca de mil pessoas em Montemor) e a significativa presença das delegações estrangeiras, foram algumas das matérias em, destaque no diálogo com os jornalistas, em que participaram também o responsável da Informação do SPZS, Manuel Nobre, e o jornalista José Paulo Oliveira, do JF e da página electrónica da Federação.

No âmbito do Congresso e da actividade da FENPROF, foi destacada a solidariedade com Timor, a Palestina e o Sahra Ocidental. Foi também chamada a atenção para a conferência internacional (“O sindicalismo docente em tempos de globalização”), que decorrerá na véspera do Congresso, dia 22, na Biblioteca Municipal de Montemor-o-Novo.


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O 25 de Abril contado às crianças…

O 25 de Abril contado às crianças…

Tipo: Educação – Oficina
Data: Sábado, 17 de Abril de 2010
Hora: 16:00 – 17:00
Local: Fórum Actor Mário Viegas – Centro Cultural Regional de Santarém
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Descrição: Foi a pensar nos mais pequenos que o Cineclube de Santarém, em conjunto com a Comissão das Comemorações Populares do 25 de Abril e o Teatrinho de Santarém, organizou esta sessão multifacetada para crianças.

Para falarmos sobre esta data importante da nossa história, vamos levar a cabo 3 actividades distintas:

– Projecção de uma curta-metragem sobre o 25 de Abril, feita por crianças para crianças;

– Dramatização de um conto, levada a cabo pelo Teatrinho de Santarém;

– Actividades de expressão plástica.

A entrada é gratuita, apareçam!


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De Negro Vestida – XX

 

Solidão – I

Há neste centro comercial um barulho de luzes que atrai e cansa. Há um bailado de cores que seduz, enreda e chama. Passam pessoas em trajes apressados de trabalho e passeiam pessoas em trajes exibicionistas de passerelle. Umas levam a chave do carro na mão ou a carteira com o passe dos transportes públicos. Outras levam sacos marcados com o timbre dos vendedores. E desliza no ar luminoso do espaço amplo um cheiro adocicado a crepes com gelado de baunilha, a pipocas de cinema, a batatas fritas em pacotinhos de papel a acompanhar hambúrgueres que são os mesmos aqui, em Madrid, em Paris, ou em Moscovo. E há uma música de fundo que ninguém ouve mas de que todos sentem falta quando se cala. E há escadas rolantes que levam e trazem os viajantes de sonhar que param juntos às montras olhando o que não podem comprar ou entram nas lojas comprando o que não podem comprar deixando para mais tarde as preocupações de tais excessos. E correm crianças em aventuras de visitar lojas de brinquedos e vêm, depois, agarrar-se às pernas dos pais olhando como quem pede ou simplesmente pedindo. E divertem-se em carrosséis de interior a troco de uma moeda em máquinas pintadas com cavalos ou carros ou motos que dão três voltas, acendem luzes e no fim dizem obrigado em espanhol.

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O Romance “De Negro Vestida” foi publicado, capítulo a capítulo, neste blogue, entre 26 de janeiro de 2010 e 22 de abril de 2011.

Agora que conhecerá outros voos, nomeadamente, a publicação em livro, deixamos aqui um excerto de cada capítulo e convidamos todos os amigos e leitores a adquirirem o livro.

Obrigado pela vossa dedicação.

Setembro de 2013

João Paulo Videira

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