Mails para a minha Irmã

"Era uma vez um jovem vigoroso, com a alma espantada todos os dias com cada dia."


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Capicua

Uma Amiga e Leitora de MPMI, passando hoje por aqui, deparou-se com uma capicua no nosso contador, captou a imagem e teve a gentileza de no-la remeter!
Isto diz-me duas coisas. Uma é que, a acreditar nos presságios, estamos a entrar em maré de sorte. A outra é que os leitores de MPMI estão muito atentos, mesmo mais que o próprio autor.
Obrigado, Célita!
E, já agora, que a sorte de MPMI se distribua por todos os leitores e amigos.
jpv



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Desportos Motorizados


[Clique para Aumentar]

A imagem está assim às riscas porque é o que acontece quando se tira uma foto a um ecrã que não tem 100 hertz, mas isso agora não interessa nada.

Chega um homem do trabalho, cansado, apetece-lhe ver um pouco de televisão e vai fazer um seu zap. E o que é que encontra? Encontra o EuroSport a transmitir esse entusiasmante desporto motorizado que é o… snooker! Cá para mim joga-se com tacos a gasolina!

Não? Ora leiam com atenção a descrição informativa…
jpv


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TOP 5 MPMI


O que procuram os leitores de MPMI?
Bem, ironizando, eu diria que procuram o Benfica! Ou… poesia!

Ainda como eco do nosso quarto aniversário, deixo aqui algumas estatísticas, nomeadamente, das publicações mais procuradas no último mês e daquelas que são as mais procuradas de sempre, ou seja, desde 12 de maio de 2009 até hoje. É O top 5 de MPMI.

É claro que os números podem ser traiçoeiros. Por exemplo, alguém procura uma imagem do Benfica, escreve SLB no Google e um dos sites que aparece referenciado é MPMI. A pessoa visita o site durante três segundos e vai-se embora. Contudo, os leitores que procuram a poesia ou os romances, vindo muito menos vezes ao MPMI, ficam por cá entre 20 e 80 minutos, havendo mesmo quem tivesse ficado 240 minutos.

Ainda assim, aí fica a curiosidade. As mensagens estão ligadas para as poderem revisitar.

TOP 5 MPMI
Das Publicações Mais Lidas

Nos últimos 30 dias:

1.º“Vermelho Direto – O Benfica é mesmo o Maior”
Tipo de Texto : Crónica Desportiva
Data da Publicação: 26 de maio de 2013
Número de leituras: 126

2.º – “Crónicas de Maledicência – O Palhaço da Discórdia”
Tipo de Texto : Crónica Social e Política
Data da Publicação: 26 de maio de 2013
Número de leituras: 124
Endereço: http://mailsparaaminhairma.blogspot.com/2013/05/cronicas-de-maledicencia-o-palhaco-da.html#.UcHBQPk70vw

3.º – “SLB”
Tipo de Texto : Apontamento
Data da Publicação: 02 de março de 2011
Número de leituras: 121
Endereço: http://mailsparaaminhairma.blogspot.com/2011/03/slb.html#.UcHBS_k70vw

4.º – “É tão pouco, o Mar”
Tipo de Texto : Poesia
Data da Publicação: 29 de junho de 2012
Número de leituras: 104
Endereço: http://mailsparaaminhairma.blogspot.com/2012/06/e-tao-pouco-o-mar.html#.UcHBUfk70vw

5.º – “Crónicas de Maledicência – A Credibilidade da Troika”
Tipo de Texto : Crónica Social e Política
Data da Publicação: 15 de junho de 2013
Número de leituras: 53
Endereço: http://mailsparaaminhairma.blogspot.com/2013/06/cronicas-de-maledicencia-credibilidade.html#.UcHBUfk70vw

De Sempre (12/05/2009 – 19/06/2013):

1.º – “SLB”
Tipo de Texto : Apontamento
Data da Publicação: 02 de março de 2011
Número de leituras: 6349
Endereço: http://mailsparaaminhairma.blogspot.com/2011/03/slb.html#.UcHBS_k70vw

2.º – “Púbis”
Tipo de Texto : Poesia
Data da Publicação: 14 de outubro de 2010
Número de leituras: 3488
Endereço: http://mailsparaaminhairma.blogspot.com/2010/10/pubis.html#.UcHEjvk70vw

3.º – “Silhueta de mulher com por-do-sol ao fundo”
Tipo de Texto : Poesia
Data da Publicação: 22 de outubro de 2010
Número de leituras: 2283
Endereço: http://mailsparaaminhairma.blogspot.com/2010/10/silhueta-de-mulher-com-por-do-sol-ao.html#.UcHEkfk70vw

4.º – “Citação do Equívoco”
Tipo de Texto : Citação
Data da Publicação: 10 de março de 2011
Número de leituras: 1735
Endereço: http://mailsparaaminhairma.blogspot.com/2011/03/citacao-do-equivoco_10.html#.UcHEmfk70vw

5.º – “É tão pouco, o Mar”
Tipo de Texto : Poesia
Data da Publicação: 29 de junho de 2012
Número de leituras: 1382
Endereço: http://mailsparaaminhairma.blogspot.com/2012/06/e-tao-pouco-o-mar.html#.UcHBUfk70vw

————————– Boas Leituras ———————-jpv—-


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Mails para a minha Irmã no Facebook

MPMI fez há pouco tempo 4 anos. Todas as suas publicações era publicitadas no Facebook através da minha página pessoal naquela rede social. Ora, o autor e o Blogue do Costume começavam a confundir-se e, assim, desde o passado sábado que “Mails para a minha Irmã” tem uma identidade própria no Facebook, ou seja, o blogue tem a sua própria página: http://www.facebook.com/jpvideira
Convido-vos a visitá-la e, se a considerarem merecedora disso, a fazerem um “Gosto”.
Realço ainda que, desde o primeiro dia, 12 de maio de 2009, “Mails para minha Irmã” é um blogue gratuito, disponibiliza os seus conteúdos de forma totalmente livre ainda que, claro, a autoria de todos os textos esteja registada na IGAC.
Ou seja, a minha “competição” por “Gostos” é só mesmo para ver a família de amigos e leitores crescer. Não tem, por isso, qualquer outra motivação. Posso um dia publicar livros e esses, sim, venderei, mas gostava de manter sempre o conteúdo de “Mails para a minha Irmã” de acesso totalmente livre.
De resto, o Facebbok continuará a ser um meio de comunicação para manter os amigos e leitores informados, mas os textos integrais continuarão a ser publicados aqui no Blogue do Costume ou, como já lhe vão chamando carinhosamente, no MPMI.
Um forte abraço e um agradecimento a todos os amigos e leitores pela vossa dedicação e pelas vossas leituras.
jpv


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Crónicas de Maledicência – Carta de Conveniência

Crónicas de Maledicência – Carta de Conveniência

Eu nem devia dizer isto porque sou homem, muito menos escrevê-lo, mas enfim, cá vai: então as mulheres ainda não aprenderam que, se disserem a um homem, “Utiliza-me como te convier.”, há uma probabilidade elevadíssima de ele o fazer?!

A Senhora da Imagem é Christine Lagarde, a diretora do FMI. Sim, esses mesmos que nos andam a exigir sacrifícios e a errar nas contas e nas folhas dos excéis. Ora, a senhora escreveu uma cartinha ao então presidente de França, Nicolas Sarkozy, e, entre outros mimos, trata-o por “querido”, diz-lhe que existe para o servir e acaba dizendo a lapidar frase “Utiliza-me como te convier.” E ele utilizou. Não, caro leitor, não vá pelos caminhos sinuosos da libido porque o Sarkozy já tinha a Carla Bruni que lhe dava uma trabalheira. De cada vez que a excelsa modelo francesa pedia uma beijoca ao presidente, lá ia ele buscar o escadote e vai de subir e vai de beijar e vai de descer. Ou seja, Lagarde bem quis, mas ele não podia mais. Então, serviu-se dela para, alegadamente (escrevendo esta palavra livro-me de processos), se dirigir ao presidente jurando-lhe fidelidade. Acontece que a folha da senhora está tão limpa como um pano de mecânico, os mecânicos que me perdoem, e ela estava a ser investigada no escândalo Tapie quando a terna missiva foi encontrada.

Pergunta o leitor, com toda a razão, Ó JP e quando é que começas a fazer sentido? Vai já, caro leitor, vai já!

Acontece que o tribunal condenou o Estado Francês, representado por Sarkozy, a pagar a um empresário chamado Bernard Tapie a módica quantia de 403 milhões de euros sendo que, pasme, amigo leitor, pasme, Tapie é amigo de Sarkozy e Christine Lagarde é amiga dos dois e até se predispõe a ser usada por um deles como, a ele, lhe convier. Não censuremos a senhora! Se eu tivesse uma amiga com uma amiga com 403 milhões de euros eu não só escrevia à minha amiga para me usar como lhe conviesse, como escrevia às DUAS para me usarem como lhes conviesse.

Conclusões. A senhora da foto é amiga de um tipo que era chefe de estado quando o seu amigo, também amigo dela, o processou e ganhou e ela assistiu a tudo e calou-se. E o que é que isto tem a ver connosco? Simples. Está a ver a dificuldade em pagar a conta da luz, em fazer compras no supermercado, em comprar o gasóleo? Pois, ela não tem, mas o caro leitor tem. Por via de uma austeridade imposta por uma equipa que esta senhora dirige!

E pronto, traçada a teoria da conspiração, vou ali escrever uma carta e já venho:

“Querida Christine,
Utiliza-me como te convier…”

Tenho Dito!
jpv


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Crónicas de Maledicência – Bacalhau com Natas


Parece bacalhau com natas? Cuidado, podem ser só as natas!

Crónicas de Maledicência – Bacalhau com Natas

Lá diz o aforismo popular, e muito bem, que “Quem nasceu para caracol, nunca chega a bacalhau”!

Nem mesmo que tente esgueirar-se sorrateiramente por entre as natas! Naaa… ele há dignidades que vêm do berço, são inerentes à condição com que nasce um peixe. Foi, no mínimo, uma parvoíce do Peixe Caracol achar que passava despercebido por entre as natas e assim ascendia a bacalhau. Acaso passou-lhe pela cabeça que a ASAE não escrutinava tudo o que é bacalhau? Estou mesmo a ver o Peixe Caracol escondido entre as natas e a batata frita e o zeloso agente a dizer: “Alto e para o baile que isso é caracol não é bacalhau!” E apreendeu-se o subversivo peixe. É caso para se dizer que ia ali caracol escondido com os corninhos de fora!
E porque é que esta não notícia é notícia? Para distrair a malta da greve dos professores? Não creio, essa tem todas as atenções. Para distrair a malta das declarações climatológicas do Senhor Ministro das Finanças? Também não creio, esse deve ser o homem sobre o qual pendem mais olhares! Acho mesmo que é uma chico-espertice dessas cadeias de supermercados de nome duvidoso e difícil de pronunciar que achavam que conseguiam enganar, falsificando bacalhau com natas, o povo que inventou o bacalhau!
Ó senhores, Deus que é Deus nem estava para criar o bacalhau. Foi preciso um português, ainda de tanguinha paradisíaca, não é como as de agora que são impostas pelo FMI, dizer ao Criador: Olha lá Deus, e não estás a esquecer-te de nada? Olha que matas antes de nascer a indústria da pesca do bacalhau! E Deus, perplexo, terá perguntado, Da pesca de quê? E pronto, após a explicação, o Criador fez um plim com os dedos e criou o bacalhau. Ora, vir agora um empacotador de bacalhau com natas, achar que fintava os protugueses nesta matéria é, no mínimo, ingenuidade, mas cheira-me a burrice.
Mas há mais grave. Ainda se fosse substituir o bacalhau por peixe adjacente, a malta até podia, num dia de distração, ser enganada. Agora pelo pobre do Peixe Caracol… Então não se está mesmo a ver que a ranhoca ia denunciar o dito? Eu bem sei que é com natas e o bacalhau com natas está para o peixe como a bolonhesa para a carne, aquilo pode lá ter tudo, até carne, que no meio da misturada de proteínas e molhos e temperos e sabores, a coisa passa despercebida. Normalmente, faz-se com restos! Acontece que, além de se auto-denunciar pela baba, o Peixe Caracol é proibido em Portugal! E, no meio deste arrazoado mal amanhado de crónica, era aqui que importava chegar. Então substituem um peixe digno, consumido há milénios, quem sabe, mesmo há séculos, ou até talvez há décadas, por um peixe de consumo proibido e estavam à espera que a malta não notasse?! Isso só tem paralelo naquela jogada política que foi tentar convencer os trabalhadores portugueses de que eles é que eram os culpados da crise, os agentes do seu próprio desemprego. A malta ouve, engole o primeiro argumento e, ainda o segundo não foi proferido, já o esquema está desmontado, os verdadeiros barões da crise denunciados, a situação esclarecida e a verdade reposta. O problema do nosso povo é que no fim de se darem à trabalheira de desmascarar a coisa, vai-se a ver e ainda comem o Peixe Caracol, se não souber mal, a malta afinfa-lhe o dente, empurra com uma cervejola e no fim ainda se faz aquela graçola do “Comi que nem um abade. Você comeu foi que nem uma besta que abade sou eu e não como assim”.
Hoje, ao final do dia, já saberemos quem são os abades e as bestas!
Tenho Dito!
jpv


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Crónicas de África em Imagens – Maputo Outdoor

Crónicas de África em Imagens – Maputo Outdoor

Maputo, 16 de junho de 2013

Uma das marcas culturais e epocais da Capital Moçambicana são os outdoor. É, eventualmente, o meio de publicidade mais utilizado e é, sem sombra de dúvida, um dos mais eficazes.

Há publicidade na TV, há na rádio e nos jornais, mas os outdoor marcam o quotidiano colorindo a cidade, transformando as fachadas laterais dos prédios, normalmente com a pintura degradada, em espaços que atraem o olhar e anunciam empresas, serviços e produtos.

Os outdoor são aos milhares, em papel, em palhinha, eletrónicos e de todos os tamanhos e feitios. Contudo, os que mais caraterizam a paisagem da cidade são os gigantescos mega-anúncios colocados nos edifícios.

Abaixo, deixamos 26 exemplos com um pequeno comentário onde se inclui a localização. As fotos foram tiradas com telemóvel e algumas até foram captadas em movimento daí que a sua qualidade possa não ser a melhor, mas  não era esse o objetivo. Divirta-se a analisar o que se anuncia, a linguagem utilizada e a composição gráfica escolhida para os maiores anúncios de Maputo.

KFC – Av. 25 de Setembro.
A concorrente Mcdonald’s não está autorizada a operar em Moçambique.
 Amarula – Av. 24 de Julho
Trata-se de uma bebida alcoólica produzida a partir da planta/fruto que lhe dá o nome.
É produzida na África do Sul.
Western Union – Av. 24 de Julho
Este anúncio tem a particularidade de ser um dos poucos onde se identifica a empresa que o produziu.
Coca-Cola – Av. 24 de Julho
A bebida mais consumida e mais barata de Moçambique. Uma garrafa de Cola-Cola tem o preço tabelado e impresso na cápsula. Custa 12 meticais (menos de 0,30€).

Blue – Av. Eduardo Mondlane
Trata-se de uma bebida muito consumida. Tem uma variedade muito grande de sabores.
Mcel – Av. Eduardo Mondlane
Operadora telefónica Moçambicana. Tem um dos slogans mais usados em Moçambique porque radica numa expressão popular: “Estamos Juntos”. Significa somos amigos, estamos em consonância, estamos de acordo.
Cartrack – Av. Rduardo Mondlane
Sistema de rastreio de carros furtados.
Mcel – Av. Eduardo Mondlane
Operadora telefónica Moçambicana. Tem um dos slogans mais usados em Moçambique porque radica numa expressão popular: “Estamos Juntos”. Significa somos amigos, estamos em consonância, estamos de acordo.
Mcel – Av. Eduardo Mondlane
Operadora telefónica Moçambicana. Esta série de outdoors é feita usando texturas típicas de Moçambique.
TDM – Av. Eduardo Mondlane
Operadora de Internet e comunicações Moçambicana.
Colgate – Av. Eduardo Mondlane
Millennium – Av. Eduardo Mondlane
A marca Millennium, em Moçambique, pertence ao grupo BIM. O grande concorrente é o BCI, pertencente ao Grupo Caixa Geral de Depósitos.
TDM – Av. Eduardo Mondlane
Operadora de Internet e comunicações Moçambicana.
Vodacom – Av. Eduardo Mondlane
Operadora telefónica do grupo Vodafone. O crédito vodacom é em duas “moedas”. Meticais para o saldo real, a usar em chamadas para outras operadoras. E saldo “Vodacom” a usar entre clientes da operadora. Nessa modalidade, há chamadas muito baratas, a partir de 2 meticais por minuto (0,025€). A simpatia moçambicana acolheu muito bem um slogan da Vodacom: “Tudo bom pra ti!” e a expressão entrou no quotidiano.
Blue – Av. 24 de Julho
Trata-se de uma bebida muito consumida. Tem uma variedade muito grande de sabores.
Vodacom – Av. Mao Tse Tung
Operadora telefónica do grupo Vodafone. O crédito vodacom é em duas “moedas”. Meticais para o saldo real, a usar em chamadas para outras operadoras. E saldo “Vodacom” a usar entre clientes da operadora. Nessa modalidade, há chamadas muito baratas, a partir de 2 meticais por minuto (0,025€). A simpatia moçambicana acolheu muito bem um slogan da Vodacom: “Tudo bom pra ti!” e a expressão entrou no quotidiano.
Mcel – Av. Eduardo Mondlane
Operadora telefónica Moçambicana. Tem um dos slogans mais usados em Moçambique porque radica numa expressão popular: “Estamos Juntos”. Significa somos amigos, estamos em consonância, estamos de acordo.
Vodacom – Av. 24 de Julho
Operadora telefónica do grupo Vodafone. O crédito vodacom é em duas “moedas”. Meticais para o saldo real, a usar em chamadas para outras operadoras. E saldo “Vodacom” a usar entre clientes da operadora. Nessa modalidade, há chamadas muito baratas, a partir de 2 meticais por minuto (0,025€). A simpatia moçambicana acolheu muito bem um slogan da Vodacom: “Tudo bom pra ti!” e a expressão entrou no quotidiano.
Mcel – Av. Eduardo Mondlane
Operadora telefónica Moçambicana. Esta série de outdoors é feita usando texturas típicas de Moçambique.
Nivea – Av. 24 de Julho.
Os outdoors deste prédio mudam, mas costumam ser sempre da mesma marca.
Leite Nido – Av. 24 de Julho
O velhinho Nido da Nestlé está em muito boa forma em Maputo.
Toyota – Av. Eduardo Mondlane.
Este outdoor foi recentemente tirado. Constituiu, durante algum tempo, uma interessante atração da Capital. Não só pela pick up suspensa, mas também pelo original efeito das marcas de travagem fora dos limites do anúncio. Há no Youtube um filme sobre a sua colocação. A Toyota é a marca de automóveis mais comercializada em Moçambique.
Cadbury – Av. Eduardo Mondlane
Só para gulosos!
Banco ProCredit – Av. Eduardo Mondlane.
Um banco de suporte quase só digital. Tem, contudo, uma agência na Av. 24 de Julho.
Vodacom – Av. Eduardo Mondlane
Um outdoor longitudinal de colocação em topo de edifício.
Mcel – Avenida 25 de Setembro
Este outdoor longitudinal tem a particularidade de estar no cimo do prédio mais alto de Maputo. O edifício é conhecido como o “Prédio 33” por ter, precisamente, 33 andares, erguidos 118m acima do solo, nos anos setenta.

jpv
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À exceção da imagem do outdoor Toyota,
todas as imagens foram captadas por mim ou familiares.


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Crónicas de Maledicência – A Credibilidade da Troika


Crónicas de Maledicência – A Credibilidade da Troika

O problema prende-se, sobretudo, com o caráter cordato e concilidador dos portugueses. Como tínhamos um problema de índole financeira, vai de acreditar naqueles senhores de fato cinzento e ar circunspecto. E vai de nos sentirmos culpados como se as pessoas que trabalham tivessem culpas na vilania alheia.

Ora, já não bastavam os erros do Excel a fazer desconfiar que as contas andavam mal paradas, já não bastava o redutor argumento da chuva, não bastava já o Senhor Presidente da República sem saber o que dizer, não bastava termos aceite toda a austeridade possível e mesmo a impossível e… quando era suposto começarem a chegar boas notícias acontecem duas coisas quase surreais. Primeiro, o relatório do FMI descarrega mais austeridade, a raiar os limites da miséria. Segundo, zangam-se as comadres. É verdade! Os tais senhores de fato cinzento e ar circunspecto afinal não se entendem, afinal são humanos e erram. Erram e não é pouco. Afinal, andamos a fazer sacrifícios com base em instruções e exigências de umas comadres desavindas.

Haja decência e respeito pelos trabalhadores, pelos governos e, em última análise, pelas nações.

Ainda as terras dessa gentalha eram um conjunto de baldios entregues a bárbaros porcos e bêbados e já nós tínhamos canalizações, comíamos de faca e garfo e tomávamos, ao menos, um banho de seis em seis meses. Ainda esses tipos pediam aos deuses sorte para atravessarem uma estrada e já nós navegávamos oceanos de sextante em punho.

Estou farto dessa escumalha que injeta sofrimento nos povos, goza com os governos e abandalha as nações que os ensinaram a ser gente.

Ainda recentemente Portugal me encheu de orgulho por ter lutado pela autodeterminação de uma nação irmã: a timorense. Urge, agora, lutar pela nossa própria autodeterminação. Urge ensinar a esses senhores que é a política, porque a política são ideias e ideais, que comanda a finança e cabe à finança servir os caminhos que se escolherem como mais adequados para o desenvolvimento e conforto humanos. As calculadoras e os excéis exercem a ditadura cega da insensibilidade e urge humanizar e politizar os governos das nações. Importa, contudo, que o processo seja dirigido por homens que coloquem o serviço público como prioridade, que sirvam as nações e os povos e não a si próprios. Precisamos de uma geração de gente corajosa, determinada e incorruptível. E, meus senhores, essa gente, normalmente, não anda de calculadora no bolso. Urge devolver o controlo das nações a pensadores, a Humanistas. E urge, como há muito não sentia essa urgência, ouvir o Povo e governar com humildade e inteligência.

Se Portugal vai sair da crise? Claro que sim. E sairá tanto mais depressa, quanto mais rapidamente se encontrar e seguir as suas próprias passadas. Creio mais num jovem estudante português do que nessa trindade usurpadora da nossa soberania! Chega!

Tenho Dito!
jpv


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Resultados da Sondagem sobre "A Paixão de Madalena"

E pronto, terminou a sondagem sobre a “Paixão de Madalena”.

E o que nos diz?

Em primeiro lugar, que muito poucas pessoas responderam à sondagem. Efetivamente, os dados do Blogger revelam que os capítulos deste romance são muito lidos e em consonância com isto está o facto de muitos leitores remeterem e-mails a perguntar “pelo próximo capítulo”. Em segundo lugar, que, os que responderam, deram respostas  que são, para nós, muito gratificantes e motivadoras.

Este romance não será consensual, será sempre surpreendente e revelará algo que já tínhamos desenvolvido, a espaços, no romance “De Negro Vestida”, uma escrita com um ritmo trepidante, uma personagem central sempre capaz de mais e de desenvolver facetas diferentes e personagens que a rodeiam marcadas por percursos notáveis, seja pela positiva, seja pela negativa. Sendo que pensamos não haver negativa. Há só pessoas. Podemos estar enganados, mas acreditamos que este romance ainda vai provocar reflexões de índole ética e moral porque desafiará os parâmetros de ambos os valores.

Pessoalmente, estamos a adorar escrevê-lo. E, uma vez feita a investigação, estamos a demorar o tempo necessário para que o texto assente e se defina. É, por assim dizer, um prazer trabalhado.

Obrigado aos leitores e amigos que votaram. Até ao próximo capítulo que está para breve.
jpv
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Resultados da Sondagem

Pergunta:
Para sabermos a sua opinião acerca da história que temos vindo a publicar, “A Paixão de Madalena”, diga-nos o que pensa dela sendo que pode escolher diversas opções como resposta.

Respostas:
Gosto, porque está bem contada.
  5 (55%)
 
Não gosto, porque é demasiado descritiva
  0 (0%)
Gosto, por causa do ritmo da narrativa.
  6 (66%)
 
Não gosto, por ser superficial.
  0 (0%)
Gosto, por ser realista.
  6 (66%)
 
Não gosto, por ser demasiado fantasiosa.
  0 (0%)
Não gosto nada.
  0 (0%)
Não gosto.
  0 (0%)
Gosto.
  0 (0%)
Gosto muito.
  8 (88%)
 
Não leio.
  0 (0%)
O que é isso?
  0 (0%)


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Crónicas de Maledicência – O Mal Agradecido

Crónicas de Maledicência – O Mal Agradecido

A imagem que escolhemos para ilustrar esta crónica não bate muito certo com o título dela. E o efeito é propositado.
Efetivamente, vemos na imagem o Senhor Presidente da República agradecendo quando, na verdade, terá dado mostras de ser um tanto mal agradecido.
Eu explico e faço-o com brevidade. Numa altura em que o país é assolado pelo mais grave dos flagelos, o desemprego, fenómeno que destrói a economia, a capacidade de produção, o comércio e o tecido familiar, e, concomitantemente, numa altura em que se antevê que o homem que dá corpo ao Senhor Presidente da República, o cidadão Aníbal Cavaco Silva, pode engrossar as fileiras de desempregados, houve um cidadão que, em Elvas, terá mandado Aníbal trabalhar, com certeza oferecendo-lhe emprego, numa demonstração de preocupação com o seu futuro e simpática generosidade. E como foi recebida tal oferta? Com um célere julgamento que, logo no dia seguinte, condenava o simpático cidadão a uma multa de 1300€.
Ficámos perplexos. Logo à partida, não sabíamos que o trabalho constituía ofensa, depois, pensámos que, havendo tão pouco trabalho, assim que aparecesse algum, a oportunidade não seria desperdiçável e, por fim, pensávamos, até agora, que Aníbal era um adepto do trabalho. De tal forma que até acumulava funções e as respetivas regalias como sejam os vencimentos, as reformas, as viaturas, enfim, tudo a que tinha direito.
Ora, ironias à parte, importa perceber como é que num país em que é preciso dedicarmo-nos a tanta coisa de suma importância para sairmos da situação em que estamos, a justiça, conhecida por ser lenta, foi desta vez tão célere. Porque se gastam energias e a preciosa verba do erário público com coisas como seja um cidadão, num clima de crise, dizer ao Presidente da República para ir trabalhar.  Mesmo reconhecendo a falta de respeito, e condenando-a, parece-me que o Senhor Presidente da República deveria ter mais o que fazer do que a andar a apresentar queixa e a patrocinar processos desta (quase insignificante) importância! Imaginemos que era eu, ou o amável leitor, que me queixava à justiça por alguém me mandar trabalhar. Teríamos processo resolvido em 24 horas? Seria o culpado identificado, interrogado e intimado a pagar uma multa de 1300€ em tão curto espaço de tempo? Ficam as interrogações. E fica, para a história, esta sensação de que Aníbal Silva, ainda pode vir a arrepender-se de ter recusado a oferta…
Tenho Dito!
jpv
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A presente crónica fez fé em notícia publicada aqui e aqui.