
Um sorriso. Só um sorriso e tudo vinha ter connosco. Quantas vezes era difícil. Com outros. Com o Jorge não. Era como se tudo fosse fácil. Como as letras. Às vezes parecem-nos que vêm de muito longe, no caso do Palma estavam ali à espera. Talvez porque ninguém como ele usou as palavras que se dizem, se ouvem, são nossas, e atribuí-lhes uma harmonia muito própria, peculiar, até.
In memoriam.
Enquanto houver estrada para andar…
jpv