Mails para a minha Irmã

"Era uma vez um jovem vigoroso, com a alma espantada todos os dias com cada dia."


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Jantar com…

Se pudesse jantar com qualquer FILÓSOFO, quem seria ele (morto ou vivo)?

jpv
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Died

Foto por Belinha. Coimbrão.

I came here

to know things

that are already dead.

resurection isn’t possible,

a man took it

and killed it again.

let it flow,

however you must know

that’s a soul

wondering for your

body,

thinking it’s

probably your soul.

jpv


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Greve Geral 03/06/26

Cartaz da CGTP

Hoje, é dia de fazer Greve .

Nao é mais uma daquelas greves com uns partidos a apoiar e outros a contradizer. Não é mais uma daquelas paragens para saber se ainda há muitos sócios.

Hoje, é uma manifestação clara do que está em jogo aqui.

E o que está em jogo é a força do nosso trabalho.

Uma vez, entre muitas, será esta a força dos que trabalham. Eu já pus de parte a minha faceta sindicalista, eu não faço greve porque todos eles me desiludiram.

Mas, hoje, é diferente. Não se trata somente de termos uma direita e uma extrema direita unidas. Trata-se, sobretudo, de haver pessoas que têm o poder de alterar coisas e estão a alterá-las sem nos dar qualquer satisfação. Há muitos anos que os efeitos da Greve estão minimizados. Tudo começou com os serviços mínimos. E agora querem mais. Querem a supressão dos direitos mais básicos. O trabalho a qualquer preço, feito por uma gente qualquer, sem habilitações.

E é transversal. Apanha todos. De uma forma ou de outra. Podíamos estar a ter conversas que falassem das profissões em separado. Mas porquê, se o problema é conjuntural.

Hoje é dia de fazermos uma grande greve. E virão sempre alguns dizer que foi de 10%. Deixá-los falar. Só cada um de nós saberá que no seu posto de trabalho não esteve ninguém, exceto a consciência de cada um.

Lutemos, então, por esta Greve Geral.

jpv


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Parabéns, Belinha.

Selfie.

Hoje inicia-se o fim dos teus anos começados por 1… Dezanove.

Dezanove anos de preocupações, dezanove anos de incertezas, de nunca saber o que esperar, de tantas negações, que o mais certo seria olhar para ti e ver inaptidões em tudo o que tocasses, viesse ou fosse para ti.

Mas és tão diferente, tens a garra de mil leões, com a carícia de um bando de pássaros. E tens o que nos falta a nós. Esperança. Felicidade. Um gesto de quem sorri. Um abraço apertadinho. Pareces entender as coisas mais difíceis e fazê-las parecer fáceis.

Tu és, serias, um caso de estudo. Tinhas tudo para te zangar com a vida, e, contudo, és de uma força inabalável, de um carinho terno, coisas de ti, para este mundo.

Muitos Parabéns, Belinha.

jpv