Mails para a minha Irmã

"Era uma vez um jovem vigoroso, com a alma espantada todos os dias com cada dia."


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Lançamento Adiado!

Caros Amigos e Leitores,

Devido ao surgimento de um caso positivo de Covid-19, o Camões, Centro Cultural Português, no cumprimento do protocolo de prevenção e segurança da Covid-19, estará encerrado nos próximos dias pelo que o lançamento de “QUEM LIXOU ISIDRO CASTIGO?” fica adiado. Não sabemos, ainda, a nova data do lançamento, sabemos que será em breve.

Muito obrigado pela vossa compreensão.

Até já!

João Paulo Videira


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Um Dia Feliz

João Paulo Videira e Mbate Pedro

Ontem, o autor do livro “QUEM LIXOU ISIDRO CASTIGO?” encontrou-se com o editor e ambos puderam, pela primeira vez, segurar um exemplar da obra.

Um momento há muito desejado. Repleto de sorrisos e abraços e uma corrente inigualável de energia boa.

Mbate não é só o editor, é um amigo. Um homem muitíssimo inteligente e de uma sensibilidade extrema. O seu trabalho foi fulcral para chegarmos a este dia.

Terça feira que vem, 22 de junho, faremos o lançamento no Camões, Centro Cultural Português, em Maputo, pelas 17:30h.

E, claro, vamos contando tudo!

jpv


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ANÚNCIO!

É mesmo verdade. O tão ansiado dia chegou.

O primeiro romance integralmente concebido e redigido em Moçambique será lançado já na próxima terça feira, 22 de junho no Instituto Camões.

Toda a ação se desenrola em Moçambique, com a Capital, Maputo, a assumir a centralidade deste “Romance de Rua”.

Infelizmente, por via da Covid-19, o evento tem uma assistência limitadíssima e torna-se impossível fazer o que mais desejava: convidar todos os amigos e leitores. Por isso mesmo, estamos já a planear outras apresentações.

O livro estará disponível nas principais livrarias de Maputo e poderá ser encomendado online.

Um agradecimento muito especial à Editora Cavalo do Mar na pessoa do incansável Mbate Pedro, à Olga Pires, revisora e conselheira, ao BCI, generoso patrocinador da publicação e ao Camões – Instituto da Cooperação e da Língua.

Vamos dando notícias por aqui.
Gratidão!

João Paulo Videira

“QUEM LIXOU ISIDRO CASTIGO?” é a quarta publicação do autor, a terceira em prosa.
Títulos anteriores:
“De Negro Vestida, 2013, Romance.
“A Paixão de Madalena, 2015, Romance.
“O Livro do Leitor – Leve Passada”, 2019, Poesia.


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Alperce [2005-2021]

Alperce.
Dezasseis anos de dedicação, amor puro, amizade e companheirismo.
Sem palavras.
Só saudade.
Best friend ever!


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School Bus

Maputo, junho de 2021. Foto por jpvideira.


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Amizade

Hoje, quando cheguei ao trabalho, tinha este presente em cima da secretária.
Um colega de trabalho, sem qualquer outra razão a não ser a Amizade que nos une, fez, pela sua própria mão, ponto por ponto, com milhares de pontos, o retrato que vos mostro.

Excetuando o facto do modelo não ter piada nenhuma, o trabalho é impressionante de tão meticuloso.
Não tem uma única linha traçada.

Autor: Jafete Abacar.
Encomendas: +2588844235348

Obrigado, companheiro!


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Chá Contigo

É um lago imenso
E tranquilo.
Onde vem espelhar-se
A luz limpa
Da meia manhã.
Um relvado amplo
Desce a suave colina,
Rebrilha verdes,
E vem beijar
As águas doces.
Sob a sombra densa
Dos plátanos
À procura do céu,
A velhinha contempla
O bailado da luz
E sente na pele
O canto das aves.
Espera.
E já nada espera.
O caminhante aproxima-se
Em passadas serenas
E firmes.
Cruza o olhar de espanto
Do comandante
Sem se deter
E desce a colina
Para a velhinha
Que o pressente
E não se move.

És tu?
Sou.
Demoraste…
Era longa, a viagem.
Que fazes aqui?
Vim tomar um chá contigo.

A mão da velhinha
Pousa devagar
Na do caminhante.
Antes de se reverem,
Descansam o olhar
No horizonte do paraíso
E sabem que só agora
Começa o fim.

jpv


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Rumores de Tinta 18 – Entre Deus e a Ciência

Rumores de Tinta desvenda o homem por trás do cientista Charles Darwin.


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Culpa sem Castigo

Não adormeces, nunca,
No meu coração
Onde bate, sempre,
A tua presença.
Forte.
Há na minha pele
Um mapa tatuado
Onde meus braços te procuram
E meu corpo abandonado
Se entrega à memória de ti.
Correste o Mundo
Na luz do entusiasmo
E nunca saíste daqui.
Viste o que eu não vi
Suaste o suor da audácia
E percorreste o pó
Dos caminhos onde não fui.
Nunca estive à altura
De teus céus
E tuas florestas profundas.
Nunca saltei as barreiras
Que te fizeram gritar de emoção.
Nunca ouvi outra canção
Que não fosse a de amar-te.
Faltou-me o golpe de asa,
Faltou-me a arte.
E voei embalado
Nos teus cabelos loiros
Esvoaçando ao vento.
Sou culpado, sim,
E criminoso.
Jamais isento
De querer reter-te entre as mãos
De que fugias.
Não sei onde estás.
Sei que ocupas meus dias.

jpv


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Rumores de Tinta 17 – A morte não é nada.

Rumores de Tinta corrige um erro comum…