Ontem, tive uma colega e uma camarada que me fez entender o conjunto de coisas que, achava ela, estavam erradas no partido.
E a conversa, não sendo pública, também não enfermava de coisas que, em última análise não se pudessem confessar. Era uma conversa sobre o mal que era fazer política e, como noutros tempos, a fazíamos bem. Tive até certas saudades ao ouvi-la.
Vem isto a propósito, de há uns dias, ter participado numa conversa bem estranha para os tempos que correm. Ocorreu com um colega que pensava não se poder dizer abertamente o que pensávamos. Que era melhor andarmos caladinhos.
Ora, com esta ideia é que não posso concordar. O meu pai, por exemplo, tinha uma orientação política diferente da minha, e não foi por isso que nos deixámos de nos entender. Não foi por isso que deixou de ser o homem que mais admiro. E, publicamente, acho mais rico todos nos respeitarmos e discutirmos com clareza aquilo em que acreditamos. Este convite ao silêncio cheira-me às maçãs de outro tempo, tinham bicho…
Eu sou do PS, nem por isso o meu voto é exclusivo disso. Mas esta parte é a que morre com cada um de nós.
Ao nível do ideário, ele é um ideário de esquerda, compatível com o PS e aberto a todas, mas a todas mesmo, discussões.
O que me preocupa é o cuidado a que as pessoas votam os seus critérios como se fosse um crime divulgá-los. Não há nada, rigorosamente nada que impeça de expressar a minha opinião num país livre e democrático, marcadamente e ensanguentadamente democrático.
Tu não sabes, Não poderias saber, O quanto Eu te amo. Para além das outras coisas, E aquém delas, Hás tu. Tu, só tu mesmo, Sem modas, Nem teorias, Nem religiões, Nem políticas, Só mesmo tu. És a esperança Pela qual eu morro, E prazer que não me Deixa viver… Não te desabitues De mim. Eu não sou assim. Os meus hábitos São como rochas Que de fixam, E dão paz. Que não seja A paz dos vencidos. Amo-te. E este amor Não tem fronteiras, Nem barreiras, Nem se vive em nuvens Com berloques de arlequim. Este amor É assim, Como todas as coisas Que nascem Sem saber como.
As Razões do Gato Preto Manhã normal. Comboio normal. Metro normal. Gente normal. Movimento normal. Gato estranho. O que vou contar-vos hoje é só um apontamento e já aconteceu há três semanas. Durante todo este tempo pensei sempre que era demasiado insignificante para ser contado. Por outro lado, o que o gato fazia, sem uma […]
O posto de saúde está aberto. O posto de saúde está fechado. Enfim, nem aberto nem fechado. A meio gás também não se pode designar. Como as fotos demonstram, é novinho em folha e lá dentro tem salas limpíssimas que dá gosto olhar. Mas só olhar. Consulta, nem vê-las!
Esta Unidade de Saúde existe no Coimbrão.
É uma freguesia do concelho de Leiria, e neste posto de saúde há qualquer coisa como 2500 utentes. Onde, agora, me incluo.
Estava tudo a correr bem, quando a médica que aí se encontrava, foi à sua vida. A bem dizer, já não chegava a ajumentação, para tão pouco pastor, mas o certo é que a senhora doutora, de uma forma, ou de outra, lá dava conta de tanto jumento.
Não foi por falta de aviso, sempre houve quem dissesse que, Qualquer ficamos sem médico.
E ficámos.
Se calhar perdeu-se o norte, pois umas vezes é considerado UCDP Norte, e outras é considerado Programa Operacional Regional do Centro.
Contam as línguas, que foi pedido um médico em regime de substituição, mas ninguém quis ir.
Ora, eu como doente prioritário, acho que um AVC ainda qualifica para tal, fui ao Centro de Saúde do Coimbrão, e, de depressa entrei, mas rápido saí.
Agora que houve umas eleições quaisquer, não era caso para fazer uma promessa eleitoral e pedir médico para o UCDP Norte, ou para o POR Centro, para qualquer um dá. A malta aqui é que não pode andar a ter AVC lá por haja médico. Aí isso é que não!
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