Mails para a minha Irmã

"Era uma vez um jovem vigoroso, com a alma espantada todos os dias com cada dia."


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KOI – LAGOS DE JARDIM

Hoje foi um dia dinâmico e com algumas surpresas.

Tudo está ligado e a verdade é que a recente viagem da Cláudia ao Japão nos trouxe esta maravilhosa surpresa.

Num breve, mas cuidado, jardim ali na FREIXIANDA, concelho de Ourém, pudemos contactar com tudo o que a cultura japonesa nos oferece, aqui, em Portugal.

De facto, foi preciso andar somente 50km para ter uma experiência imersiva nos lagos e em toda a cultura japonesa.

O KOI – LAGOS de JARDIM tem uma vasta oferta de Carpas Koi, Lanternas Japonesas feitas à mão, e são especialistas em fazer, sem projectar, o seu lago.

https://www.koi-lagosdejardim.com/galeria_detalhe.php?id_categoria=3&id_subcategoria=1

Nós não resistimos às lanternas..

Aqui ficam alguns exemplos das vivências!

Lanterna com ponte
Vista de um abrigo
Lanterna
Pormenor da fauna
Passeio e lanterna
Pormenor da fauna
Carpas Koi
Ponte
Lanterna
Pormenor da fauna
Exemplo de um Deus
Exemplo de um Deus
Lanterna
Carpa Koi
Pormenor da fauna
Passadiço e carpas Koi
Carpas Koi
Carpa Koi
Carpa Koi
Carpas Koi
Carpa Koi
Abrigo

Texto: jpv

Fotos: Cláudia Videira


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Ajudem-me a DIVULGAR!

Peço que divulguem este blogue. Peço, mesmo, que façam um esforço e enviem este endereço aos vossos melhores amigos, indiferentes e, porque não, aos piores inimigos.

Por uma vez que seja, peço-vos isto.

Estou numa guerra interior com as redes sociais. Não as quero deixar, mas, há algo em mim que não me deixa continuar.

O Facebook, o Instagram, o Tik Tok, o Threads, o WhatsApp, o LinkedIn, eram algumas das redes que me traziam ocupado. Não as culpo a elas. Deu uma vontade imensa de acabar com elas e ficar só com o meu blogue.

Tenho mais tempo para mim, para a escrita, para a minha família. Não é nada contra ninguém, e muito menos um gesto de fuga.

Daí estar a pedir-vos isto. Que me ajudem a ser livre. A viver sem redes sociais. Só com o meu blogue.

Obrigado.

jpv

mailsparaaminhairma.com


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Quantos dias quantos sóis…

Quantos anos,

Quantos sóis,

Eram precisos passar,

Pelas minhas ilusões,

Para que houvesse

Esta alegria surda,

Este grito mudo

Donde nasce

O que agora

Se expande

E me revolta

E engasga.

O sono,

Era possível, afinal.

jpv


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Shima Enaga

Aqui, a paisagem é a mesma.

Umas dezenas de árvores

E o pato da Sue

Cortando horizontes.

Umas casas bonitas

E a condizer com a envolvência.

A música da minha lista,

O pequeno-almoço que terminámos.

E sabemos que estás longe,

Onde ninguém te entende,

As pessoas são simpáticas,

Os pássaros, que só existem aí,

Entoam canções de embalar

E são como os desenhos-animados,

E os homens limpam o chão

Mesmo não sendo esse o seu serviço.

Soubemos do teu sucesso

Junto nos nipónicos.

A luz das lanternas é básica

Como a voz dos que se atrevem a falar contigo.

Foste para ensinar-lhes Inglês,

Mas deram-te tanto mais.

Costumas dizer que não sonhavas.

E árvores vermelhas

Sem milagres

E com o milagre de existirem.

Aqui, esperam-te as mesmas rolas,

Arrulhando sabe-se lá o quê,

Senão canções de amor

Por ti.

É o que te espera,

Canções de amor

Por ti.

jpv


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NÉVOA

Não sei bem

Que sortilégios te trouxeram,

Nem como chegaste,

Montada em tricórnios multicolor,

Sei,  só,  que disseste, Cheguei.

E tudo voou contigo

Nessa mudança.

A coragem,

E todas as outras coisas

Que, só por seres tu,

Bailavam contigo,

E encantavam todos à tua volta.

Ora por uma peruca africana,

Ou por um sari asiático,

Ora pela combinação inusitada

De ti.

Sim, é isso, ninguém te fica indiferente.

Nem mesmo os que o parecem,

Esses muito menos.

Coitado do resto do mundo

Que não pode partilhar

A cama contigo.

Não é disso que se trata,

Não são as noites loucas

Que me ofereces,

É a essência,

Essa característica

Tão singular,

Tão difícil,

E que, em ti, vem como

Outra coisa qualquer.

Não é a filha que partilhas

Com o mundo.

És tu,

Magia,

Imprevisível,

Sem sentido, nem nexo,

A fazer sentido

Em cada um de nós.

Tu és aquela

Névoa,

Matinal e fresca,

Com que os meus dias acordam,

Desse entorpecimento

Noturno.

jpv

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Família…

António Moura
JPV e Cláudia

Hoje foi um daqueles dias que só África nos sabe dar. Pelo meio dos muitos afazeres que a Escola nos dá e, também, tendo entre mãos um assunto caricato, África irrompeu como só África sabe. À bruta e com jeitinho.

Em primeiro lugar chegou a notícia da morte do António Moura. Parei o carro na beira da estrada e chorei. Lamentei-me perante um velho companheiro. Ao que ele responde, Ainda não foi desta desta pá… E vá de sorrisos. Foi um boato de quem confunde género humano com Manuel Germano. O fim foi feliz e desejo aqui ao Moura que continue a beber umas cervejinhas…

Segunda notícia do dia, assim vinda do nada, eu sei quem foste mas não te acuso. Correu não sei por onde que eu me tinha candidatado à EPM-CELP e tinha sido preterido… Ó amigos, está-se tão bem aqui ao pé do mar, é tão deliciosa a vida, que só mesmo para rir. Fiquem descansados que quando eu me candidatar há-se saber-se. Por agora, estou muito bem aqui, onde sou ouvido.

África continua a fazer-me rir.

jpv


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Leiria

Leiria é assim: Castelo ao fundo e água em fogo ao pé. Se um dia vos falarem de uma cidade aborrecida, não é Leiria. Está cidade tem gnomos, fadas e criaturas mágicas que se escondem mesmo ao pé das passadas humanas, andam a provocarem-nos com a sua existência irmanada, com pós mágicos… Leiria existe sim, mas não é qualquer um se chega, só os que têm magia na alma.

jpv


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Na Feira do Livro de Lisboa

Estão todos alegremente convidados para esta apresentação e momento de autógrafos.

Nós somos assim, não falhamos uma…

jpv


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Na Biblioteca Domingos Sequeira

Na Biblioteca Domingos Sequeira, durante o mês de junho, toda a obra de minha autoria está em DESTAQUE.

Boas leituras.

jpv