Mails para a minha Irmã

"Era uma vez um jovem vigoroso, com a alma espantada todos os dias com cada dia."


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Por causa dA Dívida – Nota Explicativa

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Por causa dA Dívida – Nota Explicativa

Caros/as Leitores/as,

Dulce Morais e João Paulo Videira, autores dos blogues “Crazy 40 Blog” e “Mails para a minha Irmã” iniciaram o projeto “Escrita a Duas Mãos” com “A Dúvida”.

A aceitação e as críticas dos leitores, nos jornais, nas rádios e nas diversas televisões foram tão positivas que Manoel de Oliveira decidiu realizar o filme de “A Dúvida” para comemorar o seu 150º aniversário.

Ora, com um sucesso tão retumbante, estes escritores decidiram retomar o projeto “Escrita a Duas Mãos”. Desta feita vão contar-vos uma história intitulada “Por causa dA Dívida”

Esta história terá 18 capítulos e desta vez será João Paulo Videira a contar o primeiro e Dulce Morais a narrar o último. Sabem como é, as senhoras têm sempre a última palavra. E quando essa última palavra calha aos homens, é bom que seja “Sim, querida!”, caso contrário temos o caldo entornado.

Tal como em “A Dúvida”, cada um dos autores adotará uma perspetiva, feminina e masculina, de encarar a vida, os problemas, a escrita e… as dívidas!

“Por causa dA Dívida” será um texto despretensioso cujo único objetivo é explicar à Humanidade porque é que tem problemas e, de permeio, resolver a grave crise financeira que assola o mundo ocidental.

Sempre que um capítulo for publicado num dos blogues, o outro blogue apresentará um link para o mesmo. Desta forma, os leitores não perderão pitadinha da história independentemente de qual seja o blogue que sigam com mais regularidade.

Boas leituras e… divirtam-se (de preferência sem recurso ao cartão de crédito!).

Dulce Morais
João Paulo Videira


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Histórias do Autocarro 28 – Primavera, mas não tanto!

Primavera, mas não tanto!

Ainda há pouco tempo escrevi e publiquei neste blogue dois apontamentos sobre a chegada da Primavera. E, lembro-me bem, publiquei com eles algumas fotos da flor de amendoeira.

Esta sexta-feira, à porta do autocarro 28, presenciei uma cena que pode ser invocadora da Primavera, mas noutro plano, digamos, num plano mais humano. Estava uma radiosa manhã de sol primaveril, daquelas em que uma pessoa até acredita que vai tudo correr bem. Contudo, e por isso estas linhas fazem sentido, estava um frio cortante, que entrava na pele, sob as roupas. Não estranhei, pois, que as pessoas vestissem camisolas de lã e casacos e blusões e sobretudos. Já não é tempo de garruços na cabeça, mas ainda não é tempo de deixar o casaco em casa. E foi então que a vi. Eu e toda a gente que por ali passava.

Uma senhora junto aos cinquenta, cabelo claro, muito curto, a pele alva como lençóis depois da lixívia, óculos de massa retangulares e encarnados, sapatos encarnados de salto alto e… vestia pouco mais do que isto. Eu sei, parece um exagero. Mas, bem vistas as coisas, não é. Além do já referido, a senhora só tinha no corpo um vestidinho encarnado de algodão. De cavas, com um decote generoso, sem costas e a dar por cima do joelho, muiiiito por cima do joelho! A roupa interior era de uma marca pouco comum, mas que já se tem visto: “Ausente”.

E assim, nos primeiros dias de março, num amanhecer solarengo e frio, houve uma alma que enfiou um vestidinho diminuto e esqueceu-se do resto. Como que a antecipar a Primavera.

Eu, por acaso, até penso que podemos ir antecipando a Primavera, mas não tanto!

jpv


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Numerologia… fantástica


Mails para a minha Irmã superou hoje as CEM MIL (100000) leituras!

Obrigado a todos pela vossa dedicação.

jpv


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Reinventar Provérbios


Quem tem boca vai…  
ao dentista!


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Divulgar Produtos Úteis


O produto é brasileiro, mas acho que se vai vender bem em Portugal…

Da Net


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Sinal dos Tempos…

Para rir? Só se for riso amarelo!
Da Net


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M de huMor

“Cheguei  à conclusão de que o Google é mulher. Ainda não terminámos a frase e já está a dar palpites…”

Da Net


3 comentários

M de Todos os Dias

M de Todos os Dias

Minha Mãe,
Minha Mulher,
Minha Mana,
Minhas aMigas…
Estas são palavras
Sentidas
Sem grande entusiasmo
Nem loucas euforias.
São só
O sentir de todos os dias.

A gratidão revelada,
A cumplicidade sentida,
A fraternidade irmanada,
A amizade definida.

Não há um dia
Para ser-se mulher.
Há uma vida.
E quem quiser
Pode chegar-se a este lume
De graça e sensibilidade,
De inteligência e força,
E, o que muita gente não alcança,
De infinita perseverança.

Não há um espaço
Para ser-se mulher.
Há um universo.
E quem quiser
Pode cantá-lo em prosa
Ou em verso.
Venerá-lo em pensamentos
E gestos
No campo aberto
Dos afetos.

Não há uma mulher
Para ser-se mulher.
Há uma mulher que vive em vós.
E, perceba quem souber,
Há a que habita em nós,
Homens.
A que ampara os filhos,
A que conforta os amigos,
A que suporta os pesos,
A que nos ajuda nos perigos,
A que nos ensina a vencer
Os medos.

E é essa mulher,
Plena e universal,
Que nos guia as passadas
E preenche as fantasias,
Que é preciso
Celebrar todos os dias.

Minha Mãe,
Minha Mulher,
Minha Mana,
Minhas aMigas…
Estas são palavras
Sentidas,
Envoltas em apreço
E gratidão,
Cosidas com a linha
Da emoção,
Sem grande entusiasmo
Nem loucas euforias.
São só
O sentir de todos os dias.

jpv


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Divulgar


O blogue da Isabel

Aqui neste cantinho, temos o hábito de divulgar bons blogues. O critério é nosso e resume-se a um local onde a leitura seja interessante e espirituosa e onde possamos passar uns momentos em contacto com escrita inteligente.

Este blogue chama-se “Le blog d’Isabel” e tem essas características. Simples na conceção e de leituras interessantes, humoradas e inteligentes. Está escrito em francês, claro.

O endereço é http://isabellebontridder.be/ e desde já destaco dois posts:

Boas Leituras!