
Gil Vicente
“Todo o Mundo é mentiroso e Ninguém diz a verdade.”
Berzebu in “Auto da Lusitânia”, Gil Vicente, 1531.

Gil Vicente
“Todo o Mundo é mentiroso e Ninguém diz a verdade.”
Berzebu in “Auto da Lusitânia”, Gil Vicente, 1531.

I still recall
Coming to this
Very same beach,
Seeing you
Lay down in the sand
Soaking the Sun,
And dying inside
From an absolute envy,
A silent anger,
Because you weren’t mine.
jpv

Quando quiseres saber uma verdade,
Não perguntes a quem a saiba.
Pergunta aos ignorantes,
Aos pobres de espírito,
E aos humildes de coração.
O seu olhar não tem cortinas.
É sempre uma genuína revelação.
jpv

Morre-se de abandono…
As mãos ao longo do corpo abandonadas.
Abandonado o olhar ao ponto longínquo da desistência.
Os argumentos e os contra-argumentos abandonados ao ouvido alheio.
Morre-se de abandono…
O desapego da ignara prepotência.
A desconfiança da religião e da ciência.
A vida escorre lenta e difusa como um sonho no sono.
Morre-se de desumanidade…
Não creio, já, em poetas e profetas.
Não creio na marcha dos líderes nem dos falsos exegetas.
Não creio no Homem nem na Humanidade. Abjuro a Pólis, a Urbe e a Cidade.
Assisto, consciente e incrédulo,
Como se, ao morrer, soubesse que ia de facto morrer,
Sem luz nem esperança, nem a salvação que todos alcança,
Só o pensamento falido e austero de uma alma em desespero,
Ao triunfo sonoro e ruidoso da ignorância e da inércia sobre o estudo e o esmero.
Em tudo sinto saudade de como foi.
Não quero querelas, já, que não valem a pena.
Não quero o Saber construído a pulso e suor de pensar para além do já pensado,
Na mesma cama que a jactante e falaciosa opinião. A mesma que rebola pelo chão vazio de uma ideia.
Fico.
Não parto, sequer.
A partida, é já uma corrida perdida.
jpv
Andar por Moçambique e… fotografar. Uma combinação inevitável, quase obrigatória e viciante. Aqui colocaremos os nossos cliques por terras e gentes de Moçambique.
A foto foi tirada junto à ponte da Macaneta e representa o velhinho batelão que tantas vezes atravessou tantos de nós para lá e para cá. Pessoas, bens, animais, automóveis, oito de cada a vez… tudo, tudo. Quem nunca esteve uma hora à espera dele? Quem nunca ficou preso no meio do rio com o batelão avariado ou sem combustível? E depois, lá aparecia alguém do nada e sem se saber como, com um pedaço de tubo, um arame, um jerricã com combustível… Tudo tão precário e tudo tão bom! Este batelão não devia apodrecer ali, o seu lugar é num museu. Um museu de histórias!
Fotografia feita com Samsung Note 10 sem filtros.


Andar por Moçambique e… fotografar. Uma combinação inevitável, quase obrigatória e viciante. Aqui colocaremos os nossos cliques por terras e gentes de Moçambique.
A foto foi tirada na Marginal de Maputo, praia da Costa do Sol. Há uma geração nova de moçambicanos que, vencidas as dificuldades que o país atravessou nas últimas décadas, começa a ter tempo e condições para usufruir do seu país. A cidade moderniza-se, a educação evolui e, ainda com muitos desafios pela frente, começa a chegar o tempo de olhar o horizonte e… tirar uma selfie romântica.
Fotografia feita com Samsung Note 10 sem filtros em modo monocromático.


Andar por Moçambique e… fotografar. Uma combinação inevitável, quase obrigatória e viciante. Aqui colocaremos os nossos cliques por terras e gentes de Moçambique.
A foto foi tirada na região de Chidenguele e reflete a importância do transporte de bens e pessoas em Moçambique sugerindo, também, uma reflexão acerca do cumprimento de normas de segurança. Normalmente, quando uma viatura viaja assim, com uma porta aberta, é porque leva passageiros na caixa.
Fotografia feita com Samsung Note 10 com um filtro automático para supressão de baços e excesso de luz.

Fotografia de João Paulo Videira

Andar por Moçambique e… fotografar. Uma combinação inevitável, quase obrigatória e viciante. Aqui colocaremos os nossos cliques por terras e gentes de Moçambique.
É uma foto urbana, tirada em Machava, uma localidade subúrbio de Maputo.
Reflete os contrastes africanos, a importância da indústria automóvel e, a fazer lembrar a cultura greco-romana, demonstra a relação entre a divindade e o comércio. Nota-se, ainda, algo muito moçambicano, os anúncios pintados manualmente. No caso da indústria automóvel, costumam pintar-se as peças das viaturas bem como as embalagens dos dos consumíveis.
Optámos por mostrar-vos a foto e um pormenor da mesma para facilitar a leitura.
Imagens captadas com Samsung Note 10. Foi utilizado um filtro automático para retirar efeitos de baço e excesso de luz.


Foto de João Paulo Videira
Moçambique é um país único. Tem cores únicas, odores únicos, sons únicos e uma gente única.
É um país irrepetível. De aventuras, superações, realizações, primeiras e segundas oportunidades. É um país que salva vidas.
Eis algumas cores de Moçambique:































Por sortilégio da vida, com maior ou menor merecimento, consequência de escolhas conscientes ou ventura cósmica, por vezes, é-nos dada a oportunidade rara de viver o postal.
A meu lado, uma mulher escultural, de formas tentadoras e envolventes, seminua, abandonada ao ócio e à preguiça próprios dos amantes antes ou depois de fazerem amor, já não sei a ordem, um quarto mergulhado na penumbra fresca do telhado em capim, as portas da varanda escancaradas ao sol, ao areal alvo e imenso, ao mar intensamente azul, delineado pela escuma branca, aqui, e pelo horizonte celeste, lá longe, uma toalha pendurada na corda antiga que delimita o alpendre, a conversa do oceano chega junto de nós, audível, ao ritmo da ondulação serena, e o abandono dos corpos e das mentes ao momento e à paisagem é tão inevitável quanto desejado. Um único pensamento me assalta. Tenho de saber que estou a viver isto, tenho de saber que estou aqui. Não posso ser triste nem ceifeira. Tenho de saber e guardar para mim que vivi o postal.
As imagens e as mensagens ilusórias que povoam o imaginário criado pelas publicidades, pelas televisões, pelas revistas e pelas internetes são, agora, a minha realidade, a vida que me cabe viver. E é tudo isto um milagre, uma impossibilidade para o menino que fui tornada vivência sensorial pelo homem que sou. E há em tudo isto um regozijo individual, mas também coletivo. Todos aqueles que me antecederam e não puderam viver o postal estão aqui comigo e vivem, por mim, o momento que agora guardo na alma.
Sinto uma glória presente e uma gratidão ancestral. Ser feliz não faz mal, mas é preciso reconhecer a felicidade e abraçá-la e, nesse abraço, torná-la real.
jpv
"Era uma vez um jovem vigoroso, com a alma espantada todos os dias com cada dia."
A esperança pra quem busca pequeno e grande detalhe do criador. Shaloom....
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