Mails para a minha Irmã

"Era uma vez um jovem vigoroso, com a alma espantada todos os dias com cada dia."

Adivinha da Perplexidade

3 comentários

“Mesmo que não te queiras tapar, mete-te debaixo dos lençóis!”
apc

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Como é que diz que disse?
Esta coisa de estar casado há quase 25 anos gera problemas de língua, gera entendimentos e subentendimentos que, à vista desarmada, parecem desconexos e podem gerar perplexidades.
Quem sabe o que a frase quer dizer?!
Vá, diga aí nos comentários!
Desconhecida's avatar

Autor: mailsparaaminhairma

Desenho ilusões com palavras. Sinto com palavras. Expresso com palavras. Escrevo. Sempre. O resto, ou é amor, ou é a vida a consumir-me! Há tão poucas coisas que valem a pena um momento de vida. Há tão poucas coisas por que morrer. Algumas pessoas. Outras tantas paixões. Umas quantas ilusões. E a escrita. Sempre as palavras... jpvideira https://mailsparaaminhairma.wordpress.com

3 thoughts on “Adivinha da Perplexidade

  1. Desconhecida's avatar

    Amiga Rosa, é isso mesmo, só o casal sabe, mas é curioso e caricato, o significado.

    Tens toda a razão, Fernanda, sobre o poder do olhar que vê e/ou não quer ver ao cabo de 20/25 anos, e sobre as saudades… muitas!

    Grato às duas!
    jpv

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  2. Desconhecida's avatar

    Vinte anos permitem ou geram, numa relação, comportamentos próprios onde, nem sempre, a comunicação é devidamente respeitada. Cria-se tal cumplicidade que determinadas perguntas ou comentários deixam de fazer sentido ou então tomam sentidos diferentes. As perguntas passam a ser comentários, as afirmações chegam em tom de pergunta e os elogios podem não passar de uma crítica. Nada disso faz sentido porque a verdadeira comunicação vem do olhar e diga a boca o que disser os olhos terão que o confirmar e, em vinte ou vinte e cinco anos, os olhos já se transformaram em verdadeiros aparelhos de raio x onde só escapa aquilo que se não quiser ver.
    Tenho Dito!
    Agora venha o próximo…
    Um beijo grande e muitas saudades JP.
    Fernanda

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  3. Desconhecida's avatar

    O significado do “código”, só o casal o saberá. Mas faz-me lembrar outras conversas também bastante desconexas:
    -Vou dormir, e tu?
    -Não tenho sono…
    -Nem eu… vamos dormir?
    Ou:
    -Que estás a fazer? É tardíssimo.
    -Nada, nada. Já parei.
    -Amor…
    -Sim?
    -Porque é paraste?

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