Tive de fazer uma compra de baixo valor, 10€, mas de um produto muito específico. Logo, dirigi-me a um fabricante do mesmo. O que me surpreendeu, sem juízos de valor, ou seja, nem pela positiva, nem pela negativa, foi somente uma surpresa, foi o processo de atendimento.
Cheguei. Fui recebido por um senhor que me perguntou o nome. Eu disse. Ele telefonou lá para dentro e disse que eu ia a caminho e eu fui e quando lá cheguei uma pessoa tomou nota do que eu queria e informou-me do preço, passou-me um papelinho, disse-me para me dirigir a ma terceira pessoa e telefonou a uma quarta pessoa a pedir o que eu queria. Com o papelinho subi ao primeiro andar, entreguei o papelinho, paguei e deram-me uma fatura, desci ao rés-do-chão onde estava a quarta pessoa que me deu o produto antes de ir à minha vida. Em suma, foram precisas quatro pessoas, dois telefonemas e dois papeis, ambos em duplicado, para me venderem 10€ de mercadoria.
Se, por um lado, acho fantástico um atendimento tão organizado e o facto de haver trabalho para diversas pessoas, por outro lado preocupa-me a sustentabilidade de um negócio assente em esquemas comunicacionais tão antigos.
Devo referir, por fim, que o produto, não sendo barato, era de excelente qualidade pelo que caro também não era!

09/08/2012 às 00:47
De facto! Saudações blogueiras… bem-vindo e… vou agora espreitar a sua luz no papel! um abraço.
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08/08/2012 às 23:53
burocracias everywhere rs…
saudações colega!
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