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29/09/2011 às 00:02
Eu é que não percebo mesmo nada de economia… mas a verdade é que não consigo encontrar sentido na “redução” de médicos e de enfermeiros quando já faltam nos hospitais,de professores e pessoal auxiliar nas escolas que, por sua vez, também vão sendo “reduzidas” aumentando apenas o amontoar de alunos, doentes ou utentes dessas instituições.
Por consequência das decisões tomadas resultam as reformas antecipadas,o recurso aos fundos de desemprego, baixas médicas, depressões etc.
É por isso que eu também acho estranho que um país que necessita de desenvolvimento opte por pagar para que fiquem parados aqueles que mais vontade têm de desenvolver projetos.
Isto sem falar nos pequenos empresários que, se ainda conseguirem trabalhar, vão contribuindo com gordos impostos para pagar as dividas que resultam de tão má gestão, porque para esses que poderiam contribuir para o desenvolvimento e a criação de emprego existem promessas que tarde ou nunca se verificarão e… baixa médica? só ao fim de 30 dias se entretanto não tiverem morrido. Fundo de desemprego? parece que já saiu qualquer coisa sobre isso, porque até aqui a lei era :” Trabalha se queres porque não te pagamos para estares parado!”
Eu também acho estranho ver tão grande incentivo à produção nacional, no que respeita a produtos agrícolas, quando grande parte dos agricultores já ” arrumou as botas”, até porque esses foram “pagos” pela UE para não produzir devido aos “excedentes”!
É estranho não é??
BJs Fernanda Silva
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