Mails para a minha Irmã

"Era uma vez um jovem vigoroso, com a alma espantada todos os dias com cada dia."


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De Negro Vestida – LXXIX

 

EPÍLOGO

A cena que agora presenciamos e nos cabe narrar é assaz curiosa. Temos nós, contadores de histórias, este mágico poder de tudo ver e tudo saber só para dar a conhecer. E, em calhando, até a intimidade alheia devassamos. É o que faremos agora. Isto é uma casa. E há nesta casa um quarto e há neste quarto uma cama e estão nesta cama duas pessoas. Um homem e uma mulher. Ela por baixo. Ele por cima. E nasce aqui a curiosidade. É que estão fazendo sexo e amor também.

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O Romance “De Negro Vestida” foi publicado, capítulo a capítulo, neste blogue, entre 26 de janeiro de 2010 e 22 de abril de 2011.

Agora que conhecerá outros voos, nomeadamente, a publicação em livro, deixamos aqui um excerto de cada capítulo e convidamos todos os amigos e leitores a adquirirem o livro.

Obrigado pela vossa dedicação.

Setembro de 2013

João Paulo Videira

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De Negro Vestida – LXXVIII

Abandonar o Negro – XV

Escolheram um longo passeio pelos jardins do Restelo, caminharam sem rota nem destino e acabaram fazendo uma longa caminhada à beira-rio. O rio é resiliente, reflecte a vida e lava a alma. É fecundo e tranquilo e deixa espraiar-se o olhar na suave ondulação que agita sem agredir. As primeiras passadas que deram, fizeram-no de mãos dadas e recebidas e no mais absoluto silêncio.

 

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O Romance “De Negro Vestida” foi publicado, capítulo a capítulo, neste blogue, entre 26 de janeiro de 2010 e 22 de abril de 2011.

Agora que conhecerá outros voos, nomeadamente, a publicação em livro, deixamos aqui um excerto de cada capítulo e convidamos todos os amigos e leitores a adquirirem o livro.

Obrigado pela vossa dedicação.

Setembro de 2013

João Paulo Videira

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Sempre Boa

Lá diz a frase, “Qualquer publicidade, é boa publicidade”. Depois do episódio Eleições no Sporting/Futre/Dias Ferreira, frases como “Vai vir Charters”, “Sócio, não me distraias, estou concentradíssimo”, poderiam não ter passado de equívocos engraçados. Acontece que há departamentos de marketing que não dormem e o da “Licor Beirão” parecer ser um deles e apressou-se a tirar partido das “saídas” de Paulo Futre combinando-as com o actual momento eleitoral. Resultado? Uma campanha publicitária bem disposta e muito bem conseguida. Abaixo ficam dois exemplos de cartaz. Mais informação aqui.


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O Paraíso é em Portugal

Efectivamente, não precisamos procurar belezas naturais longe daqui. Como dizia o grego, “Disto os alemães não têm.” O slide-show que aqui se publica tem fotos tiradas numa pausa de 4 dias, sábado a terça-feira passados, nas praias de Paredes de Vitória, Polvoeira e Vale Furado, concelho de Alcobaça, distrito de Leiria. Gosto de fotografia, mas sou preguiçoso para andar com a máquina atrás, logo, são fotos de telemóvel, ainda assim, muito boas para se perceber a beleza da paisagem. Entre Paredes e Polvoeira, há um caminho feito num passadiço em madeira através das dunas que é simplesmente paradisíaco. Muitas das fotos foram tiradas daí. Visita a não perder até porque, como se vê, o Paraíso é em Portugal!

(Para ver as imagens em tamanho maior, clique em cima do slide-show.)


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De Negro Vestida – LXXVII

 

Abandonar o Negro – XIV

Um ano se passou desde o lanche com Gininha. Um ano e, contudo, para o leitor não foi mais do que um virar de página, um saltar de capítulo. Um ano se passou e uma página se virou e viveu na existência de Maria de Lurdes, de Carlos José, de Carolina. Um ano de gente que nasceu e foi viver, um ano de gente que morreu e foi a enterrar, um ano de alegrias e desilusões, um ponto insignificante no calendário dos calendários que é esse porvir constante, esse volver contínuo.

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O Romance “De Negro Vestida” foi publicado, capítulo a capítulo, neste blogue, entre 26 de janeiro de 2010 e 22 de abril de 2011.

Agora que conhecerá outros voos, nomeadamente, a publicação em livro, deixamos aqui um excerto de cada capítulo e convidamos todos os amigos e leitores a adquirirem o livro.

Obrigado pela vossa dedicação.

Setembro de 2013

João Paulo Videira

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Rio

Com esta animação tem garantidas umas boas gargalhadas, uma cor fantástica, música maravilhosa, um ritmo alucinante e uma interessante aventura. Sem ser nada do outro mundo, “Rio” é um excelente anti-stress, anti-crise, anti-só-penso-no-fmi…

É uma hora e meia que vale a pena. Saiba mais acerca do filme aqui.


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Perspectivas

Cada um vive a vida de acordo com a sua própria perspectiva. A vida e a morte! Um dia destes uma colega de trabalho deu boleia a uma vehinha e o diálogo que a seguir se transcreve aconteceu mesmo. Sem tirar nem pôr!

Dizia a velhinha em tom de lamento:
– Sabe, isto está no fim. Isto está mesmo no fim.
– Deixe-se disso, nós não fazemos essas contas. Sabe-se lá quem vai primeiro…
– Sabe, eu não tenho medo de morrer. De morrer eu não tenho medo. Eu tenho medo é do carro funerário… é que eu enjoo muito!

Perspectivas!


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Onde…

… se escreveu o último capítulo de “De Negro Vestida”.

É uma praia portuguesa com certeza!


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Andam barcos no Mar

Andam barcos no Mar

Andam barcos no mar,
Pescadores, traineiras,
Levam esperanças goradas,
Trazem redes de canseiras.

Andam barcos no mar
À procura do pescado,
Dão voltas às redes salgadas,
Trazem pedaços de Fado.

Vão à pesca sem temor,
Trazem de tudo um pouco,
Trazem lancinante a dor
De que é feito o pescador louco.

Andam barcos no mar
À procura do sucesso
Que é trazer nas mãos
A razão do regresso.

jpv


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Trazes na Linha Branca

Trazes na Linha Branca

Trazes na linha branca
De espuma ondulante
Histórias e aventuras
De gente distante.

E ouço-te o ribombar
Cavo e profundo
De quem vem anunciar
Histórias do fim do mundo.

Há em ti toda a ciência,
As vozes todas e todos os gritos,
Trazes com intermitência
O saber dos homens antigos.

E lavas-me a alma
E o corpo todo também,
E enches-me de ideias
Até descobrir-me ninguém.

jpv