É o mundo que temos. É a sociedade que temos. São os costumes que vamos tendo e a que nos vamos submetendo. A pequena conversa que vou transcrever-vos aconteceu pela manhã de uma segunda-feira sendo que havia estas caraterísticas: o primeiro interlocutor queria muito falar. Acordou activo e dinâmico. O segundo ainda estava no resto do fim-de-semana e queria mais dormir do que falar. Como eram amigos, teve de falar. Acontece que a sintonia era muito… assíntona!
——– Então, já foste ver o Continente?
——– Eu não. Quero lá saber disso.
——– Eh pá, é grande. Tem muita coisa.
——-Não são todos assim? Quando lá tiver alguma coisa para fazer, vou lá. De propósito não vou.
——– Eh pá, mas este está mesmo grande!
——– Pois…
——– Então e o Domingo, como foi?
——– Foi bom. Estive em casa a descansar. Andei por ali, vi televisão, estive com os miúdos. Nem saí de casa.
——– Eu fui ao Lidl!

08/11/2012 às 07:12
Hahahaha… arrancou-me uma gargalhada! jpv
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08/11/2012 às 06:45
A velha saga das “Segundas-Feiras”
Ao invés do humor estar renovado pelo descanso proporcionado nos finais de semana,
prevalece a “preguicite aguda” para iniciar uma nova. ( Um reclama: Aii sentei num prego…e o outro diz: – Então levanta homem! e o primeiro retruca: – Eu nãooo, com o tempo eu acostumo!) é por aí que caminha a humanidade…
Até mais,amanhã embarco para uma nova viagem…
Abraços
Men@
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30/11/2010 às 12:56
É mesmo a sociedade que temos. Ao fim de semana os passeios das pessoas resumem-se às grandes superfícies…aos Continentes…já não se houve dizer fui ao campo colher flores…ou escutar os passarinhos. Os cérebros fecharam-se nas filas de trânsito…ao dia de semana e nos hiper…embrutecidos pelas compras…as conversas resumem-se a uma troca de palavras sem qualquer proveito.
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